quarta-feira, 31 de julho de 2013
Aviso
Meu celular estragou (estou escrevendo pwlo celular, então, por favor tentem ignorar os erros na ortografia) eu só poderei conserta-lo na sexta e axho que. até segunda ele deve ficar bom. Perdoem-me o capitulo já estava.pronto mas esse imprevisto aconyeceu.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Selos
As regras:
Agradecer à pessoa que te deu o
selo e colocar o link dela.
Escolher 15 blogs com menos de
200 seguidores.
Avisar os blogs que indicar.
Escrever 7 coisas que gosta.
Queria agradecer a Diana pelo selo. Blog dela: Encontro com 666
7 coisas que eu gosto:
1.
Musica
2.
Ler
3.
Animais
4.
Chuva
5.
Seriados
6.
Internet
7.
Escrever
Queria agradecer a Faanyh pelo selo. Blog dela: Need you
Now
Regras:
- Tem que repassar o tag para 5 Blogs
- Repassar com o selinho (Imagem)
- Colocar o Link de quem criou e quem passou
- Assim que receber o Tag terá que repassá-lo no prazo de uma semana
- Avisar o Blog que tem um tag para eles!
- Tem que criar 5 perguntas nos quais os Blogs escolhidos terão que
responder.
Quem passou :: Need
you now
1. Quais são as suas inspirações?
Um pouco de tudo. Pode ser uma música, um livro, um filme, experiência
própria, ou apenas uma observação sobre a vida.
2. Sua fic é muito boa, o que você mais gosta nela?
Eu não dizer exatamente, acho que a história é bem interessante é
bem diferente das outras que eu já escrevi e isso me deixa bem empolgada, pois
é algo meio novo para mim.
3. Qual seu personagem favorito e por quê?
Eu iria falar os principais, mas vou por Miley de Maddie. A Miley
eu percebi que todos gostaram muito, o jeito divertido dela e seus ‘conselhos’
são bem animados, me solto quanto os escrevo. Já a Maddie, ainda não apareceu
muito, mas terá o seu momento e ela vai ter um papel bem importante para o
desfecho desta história.
4. Tem vontade de escrever uma webnovela (com seus próprios
personagens)?
Nunca pensei nisso, pode ser que em um futuro eu faça, mas por
agora quero ficar só escrevendo fanfic mesmo.
5. Escreve tudo direto no computador ou passa primeiro em um
rascunho?
Eu passo direto para o computador e antes de postar eu reviso o
que escrevi algumas vezes. Apesar de depois de um tempo, quando vou reler um
capítulo já postado, para poder ter uma ideia para um novo capítulo, vez ou
outra eu encontro um erro que passou despercebido :\
Minhas perguntas:
1.
Qual é a melhor lembrança que você tem da sua infância?
2.
Quando algo dá errado, o que te dá força para continuar?
3.
Se você pudesse mudar alguma coisa no mundo, o que seria?
4.
Um vício.
5.
Se sua vida fosse uma novela/filme/livro/fic, qual seria a
novela/filme/livro/fic e quem você seria nesta historia?
Repasso os dois selos à:
1.
Sussurro
3.
Jemi Lovely
Postarei o próximo capítulo
amanhã e responderei os comentários amanhã também.
Quero pedir desculpas aos
blogs que eu sigo e costumo comentar, por não estar comentando ultimamente, não
estou tendo muito tempo, mas pretendo voltar a comentar durante esta semana.
Fiquem sabendo que eu não as abandonei não, viu?
Bjsss
domingo, 28 de julho de 2013
28º CAPITULO “Se eu quiser, eu posso” – Aprendendo a Amar
_ Eu te amo muito, Demi. – disse, me dando um beijo. _ Eu não
consigo mais viver sem você.
(...)
Eu
havia descoberto o significado de felicidade. Eu tive a noite perfeita e estava
tendo o dia perfeito.
Joe me fez ir ao paraíso. Não era mentira,
tudo era real, o nosso sentimento um pelo outro é verdadeiro e estávamos
preparados para qualquer coisa, mesmo a distancia.
Apesar de, hoje, eu saber que esse não
seria nosso único problema.
(...)
As coisas estavam indo muito bem entre mim
e Joe.
Manhã de terça-feira, mas uma vez tivemos a
noite dos sonhos, Joe sabia como agradar uma mulher.
Acordamos tarde, totalmente á vontade um
com o outro, ele vestia apenas uma calça e eu uma blusa regata branca e uma
calcinha, o calor já estava voltando e o pouco numero de roupas não era
desconfortável. Até ajuda em certo ponto, caso quiséssemos esquentar o dia um
pouco mais.
_ Maria deve vir aqui hoje. – falei,
debruçada na bancada, vendo Joe preparar as omeletes.
_ Para quê? – perguntou.
_ Duas vezes no mês ela vem pegar a roupa
suja e arrumar a casa. – falei tranquila. Joe fez careta. _ O que?
_ Você já pensou em fazer as coisas sem a
necessidade de outros? Esse apartamento não é muito difícil de limpar. – disse.
_ Você vai me jugar por isso? – perguntei.
_ Não. – falou. _ Eu só perguntei, não acho
justo ela trabalhar nos dois lugares. – deu de ombros.
_ Ela que se ofereceu. Eu até recusei no
começo... Mas – respirei fundo. _ É bom ter ela aqui comigo, nos dias que ela
vem eu me sinto... – eu não sabia o que falar, era um sentimento de felicidade
que eu só tinha com ela, era algo mais que uma amizade ou um carinho, era um
amor, um amor ágape, puro. _ Eu sinto amada, verdadeiramente amada. – falei
olhando para baixo. Joe parou de bater os ovos, atravessou a bancada e me
abraçou, coloquei minha cabeça em seu peito, eu podia escutar as batidas do seu
coração. Joe me apertava pela cintura com um braço e com o a outra mão
acariciava meus cabelos.
_ Eu também estou aqui. – falou ele. _ Eu
também te amo de verdade. – disse ele.
_ É diferente. – falei, ainda em seus
braços. _ Eu te amo e sinto que você também me ama, mas com ela é diferente.
Com você há mais do que apenas o amor, também há atração física, com ela não. É
um amor puro, é um amor... É um amor...
_ Um amor de mãe e filha. – disse ele.
Tirei meu rosto de seu peito e olhei-o nos olhos. Respirei fundo, ele estava
certo, Maria era como minha mãe. _ Eu sinto o mesmo. – confessou ele. _ Desde
que cheguei aquela casa, Maria sempre cuidou de mim como um filho, ela foi
minha mãe. O mesmo com você. – constatou.
_ Acho que somos irmãos. – falei. Rimos.
_ Acho que não é muito certo dormir com a
irmã. – falou ele.
_ Deus não irá lhe perdoar. – falei
brincando, afastando-me um pouco dele e lhe apontando o dedo.
_ Bom... Já que vou para o inferno mesmo,
porque parar? – disse se aproximando de mim e me dando um beijo quente.
Sua mão desceu para minha cintura e eu me
segurei em sua nuca, eu a acariciava, enquanto Joe apertava-me mais contra ele.
O beijo foi esquentando cada vez mais e Joe desceu uma de suas mãos e apertou
minha bunda, gemi entre o beijo.
A chama começava a se acender...
Campainha toca.
_Não! – gritei frustrada. Assim que
separamos o beijo. Joe não escondeu que também estava frustrado em sua cara.
_ Eu atendo. – falou sem humor. Eu sabia
que ele não iria xingar Maria por isso, afinal de contas não tinha como ela
saber que chegara em uma péssima hora, mas era realmente chato e vontade de
reclamar não me faltava. Voltei a ficar na bancada, de costas para a porta.
Maria já sabia do nosso relacionamento, não em todos os seus detalhes, claro,
ela ficaria doida caso descobrisse que avançamos tão rápido, mas ela se mostrou
feliz e bem receptiva a notícia, ela não ligaria de vernos como estávamos, com
poucos trajes, provavelmente ligaria um ponto a outro, mas espero que ela não
reclame muito, afinal de contas, já somos grandinhos.
Escutei o sapato bater no piso de mármore
do meu apartamento, a porta se fechou, nenhum comprimento animado, um silêncio.
Olhei para trás e meu coração gelou na hora.
Ambos estavam sem cor no rosto, sem nenhum
sorriso, Joe mais atrás, olhando-me com desespero nos olhos, já ele estava lá,
bem a frente, com seu terno preto, que é quase que seu uniforme, seu sapato
preto de couro lustrado, uma carranca mais armada do que nenhuma outra. Eddie.
_ Eu quero conversar com Demetria a sós. –
falou Eddie, ainda olhando a mim. Sua voz era firme e, por enquanto, ainda
calma.
_ Tudo bem, eu estava preparando omeletes
eu irei termi...
_ Não. – interrompeu meu pai. Ele não se
virou nenhum centímetro para olhar a Joe. _ Vá para algum quarto e feche a porta.
Eu quero total privacidade. – disse.
_ Não acredito que haja nada que ele não
possa saber. – falei. Meu pai olhou com um olhar cruel, senti sua fúria.
Percebi que aquele não era o melhor momento para eu ser rebelde, as
consequências poderiam ser piores. Joe
entendeu que era melhor ir. Saiu da sala e foi para o seu quarto, fechou a
porta. Deixando-me sozinha. Cara a cara com o tigre.
Eddie, que até aquele momento estava rígido
no mesmo lugar, mexeu-se, olhou de lado a outro do apartamento, como se o
analisasse. Olhou-me novamente, e foi sentar-se na poltrona.
_ Venha. – ordenou. _ Sente-se. – não
lutei. Fui até a ele e sentei-me no sofá. Ele ficou em silêncio por um tempo,
olhando-me. Eu sabia que ele estava mais que só decepcionado ou com raiva de
mim, ele não era bobo, algo estava acontecendo entre mim e Joe, e ele sabia que
tinha começado com isso. O feitiço virou contra o feiticeiro. _ Fiquei sabendo
da festa que você foi. – começou a dizer. Eu sabia que não era só por isso que
ele estava lá. _ Sua mãe lhe deu um vestido.
_ É. – limitei-me a dizer, ao perceber que
ele esperava por uma confirmação.
_ O que aconteceu na festa? – perguntou
ele.
_ Como assim? – desde quando ele ficava
interessado em minhas festas.
_ David Efron me ligou cancelando uma
parceria comigo, em um novo projeto, na qual ele era confirmado, sem me dar
nenhuma razão aparente. O doutor Carlisle me disse que você tem algumas
escoriações na perna. Juntei uma coisa com a outra. E acho que você tem algo a
ver com isso. – falou.
_ Zac me agarrou. – falei.
_ Zac não é uma má pessoa, aposto que ele
apenas te abraçou.
_ Ele quase me estuprou!
_ Vocês dois já foram namorados, aposto que
já fizeram coisas piores. – falou ele. Fiquei chocada com suas palavras.
_ Então você queria que eu simplesmente o
deixasse fazer o que quisesse comigo?
_ Você me prejudicou em um negocio
importante. – falou ele.
_ Eu ia ser abusada e você só se interessa
na sua empresa? – perguntei. Quando eu achava que nada que ele fizesse ou falasse
me surpreenderia mais, Eddie vai lá e me prova de eu estava errada.
_ Você não iria ser abusada, Zac é uma boa
pessoa, jamais faria mal a você. – falou ele. Se ele soubesse o que passei nas
mãos de Zac ele se arrependeria de dizer isso.
_ É só isso? – perguntei, levantando-me.
_ Não. – disse duro. _ Sente-se. – ordenou.
Sentei-me a contra gosto, com os braços cruzados, sem nenhum interesse de
escutar qualquer coisa que saísse de sua boca.
_ Precisarei que você fale em meu apoio ao
juiz. – disse ele.
_ O que você aprontou desta vez? –
perguntei.
_ Eu estou me separando de sua mãe e ela
quer a maior parte do meu dinheiro e a guarda da Madison, eu não posso permitir
isso. – falou.
_ Qual é o problema, você não vai sentir
falta desse dinheiro, você recupera ele em alguns meses e você definitivamente
não vai sentir falta da Madison.
_ Eu conquistei aqueles bens com o meu
trabalho, sua mãe não tem direito a eles e com a guarda de Madison ela iria me
exigir uma pensão milionária, eu não darei esse gostinho de vitória a ela. –
falou.
_ Contanto de ela cuidasse de Madison não
vejo problemas da pensão, você não fica com a menina mesmo. – dei de ombros.
_ E por acaso você acha que sua mãe vai
ficar com ela? – perguntou ele.
_ Não. – respondi sincera, Dianna seria
capaz de troca-la por um sapato novo.
_ Eu tendo a guarda de Madison ela poderá
ficar em minha casa e assim Maria poderá cuidar dela. – falou.
_ Eu
falarei com a mamãe. Se o que ela tiver a me oferecer for melhor que sua
oferta, eu vou a favor dela. – falei. _ Ela pode contratar Maria para ela. –
falei, lembrando-me do vestido, aposto que ela me deu na intensão de me comprar
depois.
_ Se eu fosse você não o faria. – falou
ele.
_ Porque não?
_ Você tem muito mais a perder fazendo
isso. – falou. Esperei que ele continuasse. _ Joe quer ir estudar medicina na
Inglaterra. Ele já te disse isso? – perguntou.
_ Sim.
_ Tudo depende de eu mantê-lo como seu
enfermeiro ou não. – falou. _ Se você for a favor de sua mãe eu o despeço e ele
jamais terá condições de ir à Inglaterra.
_ Mamãe pode pagar para ele. – Meu pai
começou a rir instantaneamente.
_ Você realmente acha isso? – perguntou.
_ Se eu pedir, ela pode.
_ Sua mãe jamais gastaria o dinheiro dela
com isso. Eu não sei se você sabe, mas sua mãe só é rica por minha causa, ela
não ganha tanto assim e o que ganha gasta com ela mesma, a única coisa que eu
já a vi gastar com o próprio dinheiro que não fosse para ela própria foi esse
vestido que ela te deu. Nada mais.
_ Ainda sim.
_ Eu já tenho um contrato com ele, está
tudo garantido.
_ Ela também pode fazer isso.
_ Se você ir pela sua mãe, esqueça sua
mesada, e avise a Joe que farei com que o nome dele seja levado ao conselho de
ética dos médicos e enfermeiros, eles cassam o diploma dele. Afinal, namorar
uma paciente é contra as regras.
_ Eu não estou namorando ele. – menti.
_ Você acha que me engana? – perguntou ele.
_ Você não pode me separar dele. – falei
dura, levantando-me.
_ Se eu quiser, eu posso.
CONTINUA...
Eu sei, demorei uma semana para postar de
novo, mil perdões, não foi por maldade. Não demorarei tanto assim novamente.
Então, as coisas agora começaram a esquentar
mais ainda. Será que eles conseguiram passar por Eddie?
Muito obrigada pelos comentários. Amo vocês.
Não se esqueçam de comentar/avaliar
Bjsss
Kika & Paty: Muito obrigada, fico feliz que tenha
gostado. Muito obrigada pelo carinho. Vou divulgar. Bjsss
Diley Don’t live a Live: HAHAHA pode ser cliché, mas eu amo ler
isso, me deixa muito feliz. Muito obrigada mesmo pelo carinho. Bjsss
DemiZ: HAHAHAHA Adoro. Muito obrigada pelo comentário e pelo carinho. Faz
parte do sangue dos escritores hahahaha adorei a ideia. Bjsss
Faanyh: Muito obrigada pelo selo. Bjsss
ThaahLovatic: Awn que bom que você gostou. Muito obriga
pelo carinho. Fico feliz em poder te ajudar em algo haha. Abraço dado. Bjsss
Silvia: Fico feliz que tenha gostado. Eu que peço desculpas por não estar
comentando tanto como antes na sua fic. Não estou tendo muito tempo :\. Muito
obrigada pelo carinho. Bjsss
Estela: Oi, seja bem vinda ao meu blog, espero que esteja gostando. Vou
acompanhar sim, e vou divulgar aqui também, espero que não haja problemas. Muito
obrigada por comentar. Bjsss
Diana (DSP): Oi, muito obrigada pelo selo. Bjsss.
domingo, 21 de julho de 2013
27º CAPITULO “Eu não consigo mais viver sem você” (Especial 1 ano de blog) – Aprendendo a Amar
Joe sem pensar duas vezes, veio para cima de mim, abracei-o em
sua nuca, mexendo em seus cabelos. Beijamo-nos novamente, desta vez um beijo
quente, o fogo subiu em meu corpo, naquele momento eu percebi. Não pararíamos
ali.
Ele
olhou nos meus olhos por um instante, seu olhar tão apaixonado que era quase
surpreendente. Suas feições eram suaves, relaxadas, mas havia tanta intensidade
em seus olhos que me assustou. Uma dúzia de emoções diferentes borbulhava em
meu interior.
Joe inclinou a cabeça ligeiramente e
pressionou seus lábios contra os meus. O beijo foi gentil, doce, cheio de amor.
Ele puxou para trás depois de um segundo para olhar em meus olhos antes de
pressionar seus lábios nos meus novamente. Esse beijo foi mais forte, mais
intenso, apaixonado. Havia poder por trás dele, o desejo borbulhando entre nós
enquanto nossos lábios se moviam juntos em harmonia. Nossas línguas agora
livres se misturando. Sua respiração deliciosa causou arrepios em minha
espinha, sua doçura completamente inebriante. Senti sua língua macia e molhada
varrer meu lábio inferior. Gemi de contentamento.
Ele mudou sua boca para meu queixo, minha
mandíbula e garganta, dando beijinhos em cada centímetro de pele ali. Eu
estiquei meu pescoço, jogando a cabeça para trás para lhe dar melhor acesso.
Suas mãos talentosas subiram para minha cabeça correndo os dedos pelos meus
cabelos, meus olhos estavam fechados aproveitando a sensação de tê-lo sem
reservas.
Senti Joe esfregando círculos lentos em meu
quadril, deslocando depois de um momento para cima, passando a mão em minhas
costas. Eu já estava cheia de desejos de tê-lo em mim.
Mudei-me para cima dele e mexi-me em cima
dele para encontrar uma posição mais acessível. Eu queria acariciá-lo. Joe
assobiou quando minha coxa raspou sua ereção, o inchaço óbvio em suas calças
pressionado em minha perna. O fitei rapidamente, avaliando se deveria ou não
levantar-me, o fogo em seus olhos me chocou. Eu senti meu corpo esquentar
instantaneamente.
Joe inalou fortemente e fechou os olhos por
alguns instantes me apertando nele. Quando reabriu, o desejo ainda estava
presente. Ele inclinou-se mais uma vez e capturou meus lábios como se sua vida
dependesse disso, o beijo suave foi esquecido e a chama lenta da paixão ardendo
destruindo qualquer barreira a sua frente. Estávamos apaixonados.
Eu o queria mais do que eu jamais quis qualquer
coisa em minha vida. A sensação de seus lábios contra os meus, a sensação de
suas mãos em mim, eu estava à beira da loucura. Eu não apenas o queria, eu
precisava dele. Eu precisava dele como preciso de ar para respirar.
_ Toque-me. – eu sussurrei quando ele puxou
os lábios para longe me dando a chance de falar. Ele fez uma breve pausa antes
de subir lenta e suavemente a mão por minha barriga até meus seios. Foi sensação
tão intensa que mesmo através da camada de roupa eu senti a eletricidade de
nossa conexão, meus mamilos endureceram como o seu toque.
Eu
precisava senti-lo, precisava de suas mãos em cima de mim. Todo meu corpo
gritava por ele. Eu queria que ele me explorasse. Eu queria explorá-lo também,
conhecê-lo.
_ Mais - eu pedi. Ele empurrou-nos em uma
posição sentada, com os lábios colados ao meu pescoço, minhas pernas ao lado
dos seus quadris e meu centro pressionado diretamente em sua dureza. Ele puxou a
blusa do meu pijama, o jogando pelo quarto. Eu já estava sem sutiã. Minhas mãos
passeavam por seu rosto, seus cabelos, suas costas largas. Eu respirava seu
cheiro.
No segundo seguinte eu estava para trás em
minhas costas. Joe pairava por cima de mim, seu hálito na minha pele exposta ao
mesmo tempo em que sua mão corria por toda a extensão do meu corpo, descendo
pelos meus seios e meu estômago, fazendo o caminho para a minha coxa. Ele fez
uma breve pausa antes de descansar suas mãos nos meus joelhos.
Sua mão na minha coxa era como a lenha
alimentando o fogo arrastado do meu desejo. Ele estava tão perto, as pontas dos
dedos a poucos centímetros de distância. Puxei os joelhos para cima, abrindo
minhas pernas mais amplamente, implorando-lhe com o meu corpo.
Joe começou a retirar a minha calça do
pijama, tendo um pouco de dificuldade na hora de tirar a perna que estava com
gesso. Eu ri um pouco. Joe conseguiu retirar e veio para cima de mim, se
aproximou de minha orelha e disse com uma voz sensual.
_ Você gosta de me ver sofrer, é? –
perguntou.
_ Eu prefiro te ver em mim. – respondi, sem
hesitar. Ruborizei logo após perceber o que eu havia acabado de dizer, Joe riu
e me deu outro beijo quente. Todas as minhas células gritavam por Joe, eu o
queria por inteiro.
Nossas roupas foram sendo retiradas, uma a
uma, as peças deixando ao redor um rastro de paixão. Com exceção de nossas
roupas íntimas nós estávamos nus. De corpo e alma.
Nossos lábios se moviam em conjunto com um
senso de urgência descontrolada. Seus dedos agarraram meus braços me puxando
mais perto. Minha respiração vinha em suspiros curtos, ele moveu sua boca
febrilmente pelo meu pescoço, beijando e lambendo a minha orelha.
Suas mãos estavam se movendo tão
rapidamente sobre o meu corpo quanto as minhas no seu. Acariciando minhas coxas
e meus quadris, trancando-me ao redor de suas pernas musculosas ao beijar-me
com tamanha paixão.
Suas mãos deslizaram para os meus quadris,
até minhas coxas e, finalmente, ele agarrou-me com firmeza atrás de meus
joelhos. Puxando minhas pernas em volta de seus quadris. Eu tranquei-as lá,
ofegante, esperando o que iria acontecer. Naquele momento, ele levantou-me um
pouco, e o tempo parou na expectativa lentamente, ele retirou minha calcinha e
tocou-me com o seu dedo, gemi instantaneamente. Era como se fosse uma tortura,
uma tortura completamente prazerosa, movimentei-me querendo mais, Joe sabia o
que estava fazendo, ele estava me levando à loucura.
_ Eu quero mais. – falei com a voz fraca.
Eu estava completamente perdida no prazer. Joe parou de me tocar e começou a
tirar sua cueca, seu membro já estava duro e posso dizer, que membro. Nesta
noite eu viajaria as estrelas.
Joe tornou a se aproximar e se colocar
entre minhas pernas. Logo após entrou em mim.
Nosso ritmo começou lento e paciente, com
movimentos sutis.
Agarramo-nos fortemente um no outro. Nossos
lábios apertados com firmeza, pernas e braços entrelaçados.
A sensação de urgência se espalhou através
de nossos corpos aumentando nosso ritmo.
Acelerei ainda mais o movimento. Nossos
gemidos e rosnados enchendo o ar enquanto chegávamos juntos ao ápice do prazer.
Joe caiu por cima de mim, mas seu peso não
chegou a me sufocar, estávamos suados e ofegantes.
_ Pena que esperamos tanto para este
momento. – falou ele. Se levantando e saindo de mim.
_ Ainda bem que não temos que esperar mais.
– falei, recuperando o folego. _ Eu te amo, Joe. – falei.
_ Eu te amo muito, Demi. – disse, me dando
um beijo. _ Eu não consigo mais viver sem você.
CONTINUA...
Olá a todos! Meu primeiro hot foi postado, eu
espero que vocês tenham gostado, não sei se ficou bom, mas acho que para o
primeiro até que não foi mal, né? Bom, ainda sim, não posso negar, ele não foi
totalmente meu, esse capítulo foi inspirado no capítulo da fic Dark
Queen, então, caso queira ler lá também, fiquem a vontade, é muito bom.
Hoje faz um ano que eu criei o blog \o/ Eu
acho que nunca imaginei que depois de um ano eu ainda estaria aqui, foi um ano incrível,
você estão sempre aqui me apoiando escrevendo coisas lindas para mim, se eu
pudesse abraçar cada um, eu juro que faria, amo muito vocês, mesmo não os conhecendo.
Muito obrigada por tudo.
Não se esqueçam de comentar/avaliar.
Bjsss
Kika & Paty: Muito obrigada mesmo. Ah, você tem fic? Mande-me
o link para que eu posso ler e divulgar, caso você queria J Muito obrigada por comentar. Bjsss
Lαri ∞: Hahaha hot postado. Você me deixa imensamente feliz ao falar isso.
Que pena L Tomara que tenha internet onde você está.
Muito obrigada por comentar. Bjsss
Diley Don't live a live: HAHAHAHAHA Espero ter suprido suas necessidades. Muito obrigada mesmo pelo
carinho e pelo comentário. Postado. Bjsss
DemiZ: hahahahahah ser um pouco mal até que não é tão ruim hahahaha mas chega
de banho maria, capítulo postado, espero que tenha gostado J
Hahahahaha Miley é ótima em implantar essas ideias na Demi haha. Muito
obrigada por comentar. Bjsss.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Fanfic Aprendendo a Amar de Nanda Carol
Olá!
Sou o Rui e aqui estou eu a postar pela
primeira vez uma crítica.
A minha primeira crítica é sobre a fanfic
Aprendendo a Amar da Nanda Carol. Espero que concordes com a crítica.
Status do blog:
Nome: Aprendendo a
Amar.
Dona do blog: Nanda
Carol.
Fanfic a ser criticada:
Aprendendo a Amar.
A crítica foi feita até ao último capitulo
postado, o capitulo 20.
Visual: Gosto do visual do blog.
Sinopse: A sinopse é simples mas acho que está
boa para o género da fanfic que é.
Capítulos: Não gostei do post em que
escreveste o primeiro capítulo e o prólogo. Ou é o prólogo ou é o primeiro
capitulo. Não podem ser os dois.
Gosto da escrita, não tem quase nenhum erro
ortográfico. Percebi que tens muita atenção com os erros ortográficos. Os meus
parabéns! Isso pesa muito num blog.
Os sentimentos da Demetria chegam ao leitor.
Gostei da forma como narras a história na pele da personagem.
Torna-se muito chato quando escreves sempre
uma data e depois "Agora". É muita repetição! Tem cuidado! Pode
afastar leitores.
A fic ainda está a avançar por isso paro por
aqui a minha crítica.
Dicas:
1- Cuidado com o
prólogo. O prólogo não é o capitulo 1. Não os coloques no mesmo post;
Nota:
Vou dar uma nota alta:
Nota 9,8.
Parabéns com o blog. A fanfic foi aprovada por
mim, Rui e como as regras dizem, tens que colocar a crítica (além do selo) no
seu blog. Obrigado.
Selo:
Agradeço pela crítica, ela me ajudará muito a continuar esta fic. Agradeço por me dizer que o fato de eu colocar "uma data" e depois "agora" pode ser chato, não tinha pensado nisso, tentarei melhorar nesta situação. Também prometo olhar melhor sobre o fato de por 1º capitulo e prólogo. Não repetirei este erro. Muito obrigada pela nota.
Caso algum leitor também queria comentar sobre a crítica, está liberado. A opinião de todos é bem vinda.
Fanfic Amor em Guerra de Nanda Carol
Olá Pessoal!
Aqui estou eu, Diana (DSP), de novo a postar
uma outra crítica. Desta vez é a fanfic Amor em Guerra da Nanda Carol.
Espero que concorde com a crítica.
Status do blog:
Nome: Aprendendo a
Amar.
Dona do blog: Nanda
Carol.
Fanfic a ser criticada:
Amor em Guerra.
A fanfic foi terminada
e por isso, eu vou fazer uma crítica geral/global.
Sinopse:
Muito bem escrita e tem uma pergunta retórica
no final. As perguntas retóricas no final de uma sinopse só significa que são
de género mistério/suspense ou um outro género semelhante que de momento não me
lembro. Enfim...só pela sinopse esperava uma fanfic de um desses géneros. Mas,
infelizmente, a fanfic também é romance e quando há romance na fic não convém
muito colocar uma pergunta retórica no final porque em vez de tentar dar
curiosidade ao leitor vai fazer o efeito contrário. Quando escreve: "capaz
de abalar uma relação solida?", o leitor pensa: "Não, não vai abalar
pois eles vão acabar juntos no final".
Em fanfics de romance não convém colocar
perguntas retóricas.
Capítulos:
Acho que faria bem fazer um prólogo nessa fic.
O capítulo 1 foi quase um prólogo.
Os erros ortográficos são quase inexistentes.
Parabéns!
As músicas no final dos capítulos são
exactamente o quê? Têm algum propósito? Se inspirou nessas músicas para
escrever os capítulos? Se respondeu sim à minha última pergunta, eu preferia que
colocasse o link do YouTube ou que informasse no final dos capítulos porque
embora ter alguma coisa a ver com os capítulos não convém ter uma parte da
letra no final.
A ideia é nova, original, gosto disso!
Parabéns pela imaginação!
Tem boa escrita, uma grande imaginação e
criatividade. Falha algumas coisas mas não são graves, pelo menos para mim.
Dicas:
1- Tenha cuidado ao
escrever sinopses, faça um resumo da fanfic antes de escrever a sinopse;
Nota:
A minha nota vai ser alta.
Nota 9,5.
A fanfic foi aprovada por mim, Diana (DSP).
Tem que postar a crítica e o selo no seu blog. Parabéns pelo blog!
Selo:
Agradeço pela crítica. Confesso que nunca tinha parado para perceber nisso ao escrever a sinopse, sempre acreditei que colocar perguntas criaria uma curiosidade no leitor. Agradeço por essa dica, pois me ajudará a escrever minhas próximas fics. Fico muito feliz com minha nota. Mas um vez, obrigada.
Caso algum leitor também queria comentar sobre a crítica, está liberado. A opinião de todos é bem vinda.
Fanfic Recomeçar de Nanda Carol
Olá a todos!
Aqui está a Sílvia a
fazer ua nova crítica. Desta vez é a fanfic Recomeçar da Nanda Carol.
Espero que concorde com
a crítica.
Status do blog:
Nome: Aprendendo a
Amar.
Dona do blog: Nanda
Carol.
Fanfic a ser criticada:
Recomeçar.
A fanfic foi terminada,
logo irei fazer uma crítica global.
Visual:
Gostei do visual no geral, acho que está muito
bom. Parabéns!
Sinopse:
A sinopse tem um erro ortográfico mas não é
grave. Eu fiquei me questionando se era possível chamar estilo ao género de uma
fanfic mas penso que sim pois são sinónimos.
Dá uma certa curiosidade ao leitor por ser
dramático e as personagens terem uma passado conturbado. Gostei.
Não tem nenhum post com as personagens mas
acho que também não era necessário, a sinopse já indicava algo sobre as
personagens mas teria que descrevê-las ao longo dos capítulos.
Capítulos:
Conseguiu descrever as personagens. Consegue
"embalar" o leitor com a sua narração.
Há alguma falta de acentos em algumas palavras
e alguns erros ortográficos mas não são graves. O primeiro encontro entre o Joe
e a Demi foi muito repentino, muito rápido. Parece que foi amor à primeira
vista da parte dele. Não imaginei que a fic tivesse 40 capítulos, o romance
estava "a correr à velocidade da luz".
Eu não gosto quando as escritoras colocam
parênteses e escrevem, por exemplo: " Não pensem em nada" ou
"Ficou estranho". Os P.S existem para alguma coisa. Eu costumo
colocar um asterisco e colocar esse P.S abaixo do capitulo. É chato um leitor
ler isso enquanto lê o capitulo.
Os acontecimentos na fic passam muito devagar,
isso faz com que o leitor fique cansado de ler e boceje umas 20 vezes. Tenha
cuidado com isso pois pode perder leitores.
Há capítulos que diz que foram péssimos. Não
diga isso muitas vezes. Se é péssimo porque postou? Os leitores detestam ler
isso dos seus escritores. Ficam decepcionados e desistem de ler. Seja otimista
sempre! É o melhor!
A fanfic não tinha capacidade para 40
capítulos. Houve muitos capítulos sem desenvolvimento. 30 capítulos acho que
seria o número adequado.
Dicas:
1- Desenvolva mais as
fics. Havia capítulos sem desenvolvimento;
Nota:
Nota 9,8.
Tem que postar a critica e o selo no seu blog
pois a fanfic foi aprovada por mim, Sílvia.
Selo:
Agradeço pela critica. Acredito que esta dica me ajudará muito a escrever melhor. As vezes fico com vontade de fazer uma fic muito grande, mas nem sempre tenho criatividade para preencher os capítulos. Muito obrigada pela nota. Me deixou bem satisfeita.
Caso algum leitor também queria comentar sobre a crítica, está liberado. A opinião de todos é bem vinda.
26º CAPITULO “Não pararíamos ali” (maratona 6/6) – Aprendendo a Amar
_ Sim. – falei. _ Eu o amo muito.
Conversar
com Miley foi compensador, ela conseguiu me tirar todos os medos do meu
relacionamento com Joe e seus conselhos, nada puros, me caíram como ótimas
piadas, apesar de saber que ela estava falando sério.
_ Meninas. – chamou Joe, da porta. _ O
almoço está pronto. – avisou.
_ Já vamos. – respondi.
Miley e eu nós levantamos e antes de
sairmos do quarto Miley disse:
_ Ganhou na loteria, em amiga?
_ Como assim?
_ Você tem um namorado, gato, inteligente,
formado e cozinheiro. – disse. _ Pronto para ser domado. – completou. Eu
comecei a rir escandalosamente.
_ Pare de ser boba, Miley.
_ Eu não estou brincando, se eu fosse você
colocava as algemas nele logo. – falou como se fosse a coisa mais comum do
mundo. Bom... Vindo de Miley, isso é bem normal.
_ Você poderia para com os pensamentos impróprios,
por favor. – falei divertida.
_ Você que esta levando para o mal
sentindo, eu estou falando em aliança. – disse.
_ Miley, devagar, põe o pé no freio. –
pedi. _ Eu nem mesmo posso falar com meus pais sobre ele e você já quer que ele
ponha uma aliança em meu dedo? – perguntei, abrindo a porta para ir almoçar,
Miley me acompanhou.
_ Você me pede calma, mas você sabe que o
Joe pode ser tão apresado quanto eu, não sei se você se lembra dele e da
Tiffany. – disse. _ Não foram necessários mais de três meses para que ele
estivesse prestes a noivar com ela. – lembrou-me.
_ Mas desta vez será diferente. Ele
cresceu, eu cresci, vamos aproveitar cada momento, sem pressa. – falei,
lembrando-me de minha conversa com Joe na sorveteria, aproveitaríamos o que poderíamos
enquanto estivéssemos juntos, pois em breve teríamos que nos separar por um bom
tempo.
_ Vocês podem ter crescido na idade, mas
quando olho para vocês vejo o mesmo olhar que um jovem de Ensino Médio dá a seu
amado. – falou. _ Já parou para perceber seu sorriso bobo quando fala dele? –
perguntou.
_ Miley. – reclamei.
_ Sério Demi, você finalmente se abriu. –
comemorou. _ Não há mais nenhum pedaço de Zac aí em seu coração, apenas Joe. –
falou, eu sorri involuntariamente ao perceber que o que ela falava era verdade,
por anos, mesmo depois do que ele me tinha feito, eu ainda tinha sentimentos
por Zac, eu ainda queria acreditar que ele era inocente e que tudo não passava
de um desentendimento, queria dizer que o perdoava e que o amava, mas o orgulho
me impediu. De vez em quando ter orgulho vem a calhar. Mas hoje, não há Zac,
apenas nojo, nojo de pensar que um dia eu pude ama-lo. _ Viu? – perguntou
Miley, tirando-me dos meus pensamentos. _ O sorriso bobo. – falou ela, eu ri de
sua constatação. Fazer o quê? Eu estou amando.
_ Porque você está rindo? – perguntou Joe.
_ Inusitado. – falei dando de ombros. Ele
riu também.
_ Porque?
_ Nos somos namorados e ao invés de
estarmos nos agarrando por aí, estamos sentados no meio da sala, comendo
porcaria e jogando cartas. – falei rindo, Joe riu também.
_ Eu não sabia que você queria que eu te
agarrasse. – falou. Olhei para ele, e pensei naqueles braços que já me tocara e
naquele peitoral que eu já vira descobertos... Bom... Um amaço não seria má
ideia. Desviei o olhar, rezando para que ele não tivesse percebido meu olhar de
desejo. Maldita Miley, fica falando merdas em minha cabeça e agora coisas
impuras me perseguem.
_ Eu não quis dizer isso exatamente. –
disfarcei. Joe olhava para mim e riu de canto.
_ Não era minha intensão lhe assustar. –
falou.
_ Não. Você não me assustou. Eu só...
_ Acha melhor parar por aqui? – perguntou.
_ Acho que sim. – ri. Se eu tentasse me
explicar mais, sem duvidas, acabaria me complicando mais, digo o mesmo sobre
Joe.
Tornei olhar as cartas, tentando formar um
jogo que prestasse. Não sou muito boa em cartas, aprendi a jogar graças aos
empregados de minha casa, sempre que meus pais não estavam por lá, eles se
sentiam mais a vontade para entrar na casa e se divertir um pouco, quando eu
era pequena não me importava em vê-los lá, eu até gostava, eles sempre me
trataram muito bem. Em uma das partidas deles, um dos motoristas chamou-me para
ensinar-me a jogar. Lembro-me de ter ficado acordada até de madrugada, apenas
aprendendo e tentando jogar. Perdi a maioria das vezes, e hoje percebo que as
poucas vezes que eu ganhei, na verdade foi porque os empregados resolveram
perder, só para me ver feliz. Eu nunca os agradeci por isso. Lembro-me bem da
festa que fazia quando eu percebia que os tinha vencido.
_ Meu jogo está péssimo. – reclamei.
_ Não culpe as cartas. – falou Joe,
brincado.
_ Você está me chamando de má jogadora? –
perguntei.
_ Se você entendeu assim. – falou dando de
ombros. Cerei os olhos, fingindo ter ficado brava.
_ Agora sim eu vou te ganhar. – falei
convicta.
_ Se você ganhar poderá ganhar um beijo. –
falou.
_ Dois. – falei.
_ Feito. – disse Joe. _ E se eu ganhar? –
perguntou Joe, interessado na resposta.
_ Umm. – pensei. _ O que você me sugere.
_ Três beijos. – eu ri.
_ Se eu ganhar, eu quero também que você
durma comigo. – acrescentei.
_ Acho justo eu também ganhar algo extra. –
pediu.
_ Mas um macarrão meu. – falei rindo. Joe
riu.
_ Bom... Nada mal. – falou fazendo bico.
_ Então fechado? – perguntei.
_ Fechado. – falou.
Concentrei-me em tentar melhorar meu jogo.
Ter Joe ao meu lado, ao dormir, parecia quase que uma necessidade de vida ou
morte. Ganhar me garantiria isso e de lambujar, mais uns beijos.
Joe parecia totalmente despreocupado, como
se já tivesse ganhado.
_ Bati! – anunciei feliz.
_ Mentira. – acusou-me. Eu dispus as cartas
na mesa, para que ele pudesse ver meu jogo.
_ Acho que eu terei que dormir com você
hoje. – falou sem nenhum pesar, mas fazendo cara de decepcionado.
_ Acho que você também me deve dois beijos.
_ Acho melhor dá-los no quentinho das
cobertas. – falou ele, se levantando. _ O que você acha? – perguntou.
_ Concordo. – respondi. Rimos. Como
poderíamos ser tão bobos juntos?
_ Guarde as cartas que eu irei guardas a
comida. – anunciou.
_ Tudo bem. – falei. Joe pegou as
embalagens com doces e os de salgadinhos e foi guarda-los na cozinha. Peguei as
minhas cartas e juntei as outras de descarte e depois peguei o jogo de Joe.
Olhei-as e pude constatar. Ele tinha me ganhado. Só não havia me dito isso.
Eu já tinha colocado meu pijama quando Joe
apareceu, apenas com as calças do pijama, a noite estava fresca mais para
quente.
_ Tudo bem de eu dormir assim? – perguntou.
_ Para mim tudo bem. – dei de ombros.
Aquele homem é um pedaço de mau caminho. Deitei-me na cama e Joe me acompanhou.
_ Acho que está faltando uma coisa. – falei. Joe riu, entendendo onde eu queria
chegar. Ele selou um beijo apaixonado, um beijo que foi se esquentando com o
tempo. Paramos apenas quando o ar já tinha se escapado de nossos pulmões.
Fitamo-nos com intensidade. _ Mas um. – lembrei-o. Joe sem pensar duas vezes,
veio para cima de mim, abracei-o em sua nuca, mexendo em seus cabelos.
Beijamo-nos novamente, desta vez um beijo quente, o fogo subiu em meu corpo,
naquele momento eu percebi. Não pararíamos ali.
CONTINUA...
Último capítulo da maratona. E sim, o próximo
capítulo será HOT.
Próximo domingo, que por coincidência, é o
aniversario de um ano do blog, postarei o meu primeiro capítulo hot.
êEspero que
vocês tenham gostado
Não se esqueçam de comentar/avaliar.
Bjsss
Kika & Paty: Isso me deixa muito feliz, pois significa
que você realmente está gostando da fic. Muito obrigada mesmo pelo carinho e
apoio. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Laura: Já postei, linda. Fico feliz que tenha gostado, também adorei fazer a
maratona. Muito obrigada por comentar. Bjsss
25º CAPITULO “Eu o amo muito” (maratona 5/6) – Aprendendo a Amar
_ Bom, eu sou insistente. – disse ele, aproximando-se de mim,
demos um selinho rápido. _ Eu não irei desistir de você.
Dia
claro e quente em Los Angeles, Joe, após sairmos do hospital, resolveu levar-me
até a sorveteria. Já havíamos escolhido os saberes e estávamos sentados na
mesa, conversando.
_ Como você acha que seu pai vai receber
essa notícia? – perguntei. _ Sobre o nosso namoro?
_ Bom... Eu não sei... Você sabe... Você é
a patroa dele, acho que ele vai se assustar um pouco... Mas ele é uma boa
pessoa, eu tenho certeza que ele irá nos apoiar. – disse sorrindo. _ Já seus
pais... – o humor saiu dos seus olhos, ele tentou disfarçar com um sorriso de
canto, mas eu sabia, que assim como eu, ele temia a reação deles.
_ Não vejo problema em enfrenta-los. -
falei. Ele sorriu em resposta.
_ Só não conte para eles agora. – pediu.
_ Por que não? – perguntei.
_ Eu sou seu enfermeiro, você é minha
paciente. Isso é totalmente contra ética.
_ Mas Joe...
_ Isso é errado, Demi. Vamos ter que esconder
isso deles por enquanto. – falou a contra gosto. Respirei fundo, tentando
afogar minha frustração.
_ Eu posso contar para alguém ou nosso
relacionamento será totalmente secreto? – perguntei.
_ Desde que não chegue aos ouvidos de seus
pais, acho que não terá problemas. – respondeu. _ É só por três meses, depois
nós poderemos nos assumir. – consolou-me.
_ E depois? – perguntei. _ Você irá para
Inglaterra, não é?
_ É por pouco tempo.
_ Quanto tempo?
_ Alguns anos.
_ Quantos anos?
_ Bom, eu não vou ficar o curso todo, só
vou fazer o de graduação...
_ Joe. Quanto tempo?
_ Cinco anos. – revelou. Toda a alegria
saiu de meu rosto. _ Eu vou tentar arranjar um trabalho por lá, e assim eu
poderei vir nos feriados.
_ Você vai assim que eu ficar melhor? –
perguntei.
_ É. – ficamos em silêncio por um tempo. O
gosto do sorvete já não me parecia tão bom quanto antes.
_ Bom... Acho que temos que aproveitar bem
esses três meses, né? – perguntei, tentando animar-me. Joe deu um sorriso
bonito.
_ E nós vamos. – respondeu animadamente.
Quando voltamos para o meu apartamento,
uma, nem tanto, surpresa, estava me esperando bem na entrada.
Miley.
Joe e eu estávamos de mãos dadas e ela
reparou nisso instantaneamente. Um sorriso malicioso surgiu em sua face.
_ Vamos subir. – falei, antes mesmo de
cumprimenta-la. Sabia que ela iria falar alguma coisa, mas queria conversar com
ela antes que ela pudesse fazer um escândalo.
_ Boa tarde para você também Demi. – disse
irônica. _ Bom saber que você esta bem. Eu também estou ótima, muito obrigada
por perguntar. – Joe riu.
_ Bom dia Miley. – disse ele.
_ Bom dia Joe, aprenda com ele Demi. – dei
língua, ela retribuiu.
_ O que você esta fazendo aqui, em? –
perguntei.
_ Vim conversar com vocês, pelo jeito você
tem muitas coisas para me contar. – disse, ainda com sorriso malicioso.
_ Não sei do que você esta falando. – fingi
de besta. Ela olhou para mim e para Joe, e ele percebeu o que estava
acontecendo. Ele acabou se afastando um pouco, provavelmente não sabia se eu
queria ou não que ela soubesse do nosso relacionamento. Como se já não tivesse
ficado obvio para ela.
Subimos no elevador e Miley me fez contar
com detalhes o que tinha acontecido entre mim e Zac depois da festa.
_ Eu vou fazer o almoço. – anunciou Joe,
assim que entramos no apartamento.
_ Tudo bem, eu vou com a Miley lá para o
meu quarto. – falei, já a puxando.
Assim que fechei a porta vi a expressão de
Miley.
_ Não grite e não surta, fique calma. –
falei séria. Miley sentou-se na cama, fazendo cara de santa. O que não
necessariamente me enganou. Miley tem de santa, o que Bill Gates tem de pobre,
concluindo, nada. _ E a resposta é sim. – falei, já respondendo a pergunta que
eu sabia que ela me faria. Miley abriu a boca. _ Não grite. – interrompi.
_ Eu sabia. – falou, tentando ficar calma.
_ Você não me engana sua anã. – falou. _ VOCÊS SE AMAM! – gritou.
_ Sua vaca. Pare de gritar. – mandei, indo
até a ela e tentando tampar sua boca.
_ Saiu daqui anã de jardim. – ela agarrou
meus braços para me impedir.
_ Então fica quieta sua cavala. – falei.
_ Ok, tudo bem, eu fico, estou me
acalmando. – falou ela, me soltando e tornando a sentar-se na minha cama. _
Vamos para o mais importante?
_ Mais importante? – perguntei sem entender
o que ela queria dizer.
_ Como que é o desempenho dele? –
perguntou.
_ Não Miley, não Miley. Não! – eu não podia
acreditar que ela é realmente minha amiga.
_ Responde.
_ Eu não sei do que você está falando. –
fingi de desentendida.
_ Como ele é na cama? – perguntou sem
hesitar. Olhei para ela assustada e ela riu. _ Sério Demi.
_ Miley, você já percebeu que você está
sempre cinco passos à frente? – perguntei.
_ Ainda não? – perguntou frustrada.
_ Claro que não! Nós nos entendemos ontem,
de noite. – falei.
_ Bom... Para isso não tem hora, Demi. –
falou obvia.
_ Miley!
_ Sério, ia ser uma ótima maneira de
começar um relacionamento.
_ Eu não acredito que eu estou escutando
isso. – falei, sentando-me na cadeira da escrivaninha.
_ Para de se fingir de santa, você sabe
muito bem sobre isso, Demi.
_ Tudo bem, mas isso não significa que eu
vou sair dando pra todo mundo.
_ Ele não é todo mundo, é seu namorado.
_ De nem um dia. – falei.
_ Pare de arranjar desculpa.
_ Miley. Cale a boca. – falei. Miley riu.
_ Tudo bem, eu vou esperar você resolver
sua vida. Agora eu quero saber, seus pais já sabem?
_ Não, e não podem saber por enquanto. Você
sabe, ele é meu enfermeiro...
_ Ah, que chatice. – disse virando os
olhos.
_ Pois é, mas é melhor assim, acho que não
estaria preparada para a reação deles.
_ E Travis?
_ Não falei com ele depois da festa. Você
acha que ele ainda está bravo comigo?
_ Travis? – perguntou rindo. _ Com raiva de
você? Parece até que você não o conhece. Ele nunca está realmente bravo, ele só
gosta de brigar um pouco. – deu de ombros. _ Ele vai te zoar muito. – garantiu.
_ Disso eu não tenho duvidas. – falei rindo
de canto.
_ Demi Lovato, uma das jovens mais ricas da
Califórnia, namorando o filho do jardineiro. – falou. _ Isso vai dar uma ótima
manchete de revista de fofoca.
_ Não! – lamentei-me só de imaginar. _ Isso
é insuportável.
_ Você sabe que vai. – falou ela.
_ Pior é que eu sei. – falei.
_ Você acha que esta preparada para essa
nova relação. – perguntou com um sorriso no rosto. Eu podia perceber que Miley
me apoiava 100%.
_ Sim. – respondi com um sorriso bobo.
_ Você o ama. – concluiu ela.
_ Sim. – falei. _ Eu o amo muito.
CONTINUA...
Oi gente, desculpe pelo atraso em postar os
capítulos, vocês estão sendo super legais comigo e eu estou fazendo isso com
vocês, juro que não é proposito. Falarei uma surpresa a vocês no próximo
capítulo que eu acho que vocês vão adorar.
Daqui a pouco posto o próximo.
Bjsss
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