quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

38º CAPITULO “Estamos aqui para lhe ajudar” (Antepenúltimo) - Recomeçar


_ Sim, ele já foi. – respondi.
Sexta-feira à noite, todos estava aqui, Paul, Joe, Denise, Dallas e minha mãe, na sala de nossa casa, todos queriam dar a sua opinião, porem não se perguntaram se eu queria escuta-la. Paul ainda não havia tirado da cabeça que eu deveria ser internada, me subia um ódio por isso, não sei se de mim, por ter confiado algo assim a Joe, ou se ao próprio Joe, o qual eu venho ignorando desde então.
_ Tens que ver que será o melhor para ela. – falou Denise, ao contrario de Paul, ela não forçava de maneira explicita.
_ E eu tenho certeza que veras que é a internação. – falou Paul. _ Tenho ótimas recomendações da clinica, ela será bem tratada...
_ Paul você não entende que eu não quero ir? – perguntei, eu já estava estressada com aquela historia.
_ Demi. – repreendeu-me minha mãe.
_ Eu estou bem, não preciso disso tudo, eu não quero ir para uma clinica.
_ Você não esta em condições de decidir isso Demi. – falou Paul
_ Que foi? Agora eu sou louca? Estou fora do meu juízo?
_ Demi ele não quis dizer isso. – interviu Dallas.
_ Demi você não vê que esta doente, você não vê que precisa de ajuda, esse é o problema. – falou Denise, que até agora parecia imparcial, mas com essa fala deixou claro que também queria minha internação.
_ Eu não estou mal. – afirmei. _ Você está vendo os meus ossos saindo pela pele? Não!
_ É por isso que nós estamos intervindo agora, antes que você chegue a esse estado. – falou Joe.
_ Você cale a boca. – falei irritada. _ Você me prometeu segredo. – acusei-o
_ Ele fez pelo seu bem Demi. – disse Paul.
_ Eu não quero ir para nenhuma clinica. – tornei a falar.
_ Pois isso quem decidirá é a sua mãe. – falou Paul. Todos tornaram a atenção a ela, queríamos que ela tomasse sua decisão, ela se mostrou pensativa, estudando todas as possibilidades.
_ Paul eu agradeço a sua preocupação com minha filha, eu sei que essa seria a melhor opção para ela, mas eu ainda não tenho condições para pagar um tratamento deste. – falou com tristeza na voz, o que também acabou me deixando triste.
_ Sem problemas, a empresa esta indo melhor que nunca, eu pago. – falou Paul, agora sim eu sabia que não iria a lugar nenhum, minha mãe sempre foi orgulhosa, jamais aceitava ajuda financeira de ninguém, na verdade só aceitava qualquer tipo de ajuda se fosse algo realmente imprescindível. Nem mesmo a casa em que moramos agora, na qual Paul queria nos dar de graça ela aceitou, foi combinado que a partir do terceiro salario que ela recebesse iria começar a pagar o valor da casa em infinitas prestações, ela jamais aceitaria essa ajuda agora, fiquei feliz com isso. _ Pense Dianna, é a sua filha. – pensei que ela logo diria um bom e sonoro “não” e me surpreendeu a demora dela para responder, o que me afligiu, estaria ela pensando em aceitar?
_ Amamos a Demi e queremos o melhor para ela, não será problema algum pagar esse tratamento a ela. – falou Denise.
_ Pense em sua filha saudável, como isso seria bom. – falou Paul, aquele falatório começou a me irritar e ao mesmo tempo me deixar triste, eles estavam jogando sujo, queriam de qualquer jeito me trancar no tratamento como se eu fosse uma louca, e seus argumentos me fazia sentir uma doente, mas eu não sou! Minha mãe me olhou com um olhar terno, mas triste ao mesmo tempo.
_ Eu aceito. – disse ela, foi meu fim.
                                               (...)
Alguma duvida de que minha raiva aumentou mais ainda? Pois é, me isolei de todos, ele iriam me trancar num tratamento por acharem que eu estava mal, eu que estou no meu corpo, eu que sei como estou, posso até não estar igual aos outros, mas eu não estou assim como dizem, seria total perda de tempo me internar.
Porem não adiantou eu gritar, chorar, me isolar, meu destino já estava traçado na próxima semana eu iria para a clinica.

Não sai do quarto nem sábado, nem domingo, segunda-feira faltei de aula, sabia que ia ter muita coisa já que essa já era a ultima semana de aula, nada mais valia ponto, Joe me ligava e mandava mensagens, mas eu não atendia nenhuma chamada e nem lia nenhuma mensagem, o que eu mais queria era distancia dele.

_ Demi. – chamou Dallas batendo na porta, mesmo podendo abri-la, em nenhum momento ela o fez durante esses últimos dias, parecia entender que eu precisava do meu tempo. _ Vamos visitar o papai hoje. Se você quiser ir esteja pronta às duas da tarde. – falou, percebi que logo depois ela foi embora.
Nosso pai havia realmente se entregado a policia, ele ainda estava sobre a guarda da policia de Los Angeles, na quarta-feira seria transferido para a cadeia do nosso estado e lá seria jugado. Mesmo querendo ignorar o mundo, eu queria vê-lo, afinal de contas jurei que estaria com ele, eu o perdoei de tudo. Me aprontei sem muita elegância, minha cara não ajudava, meu corpo não ajudava, por isso nem me preocupei em parecer bonita, afinal de contas eu não sou, fora que eu não estava indo a uma festa e assim a um presidio. Vesti uma calça jeans e coloquei uma camisa preta de uma banda de rock que eu gostava desde pequena, a escolhi porque lembrei que meu pai também a adorava.
Um pouco antes das duas sai do quarto, Maddie assim que me viu partiu para um abraço, não resisti a minha pequena e o retribui com todas as minhas forças. Minha mãe deu um sorriso a me ver, a retribui com um sorriso fraco.
_ Vamos então? – perguntou Dallas.
                                               (...)
_ Vocês têm 20 minutos. – disse o policial mal humorado. A chegada lá foi turbulenta, um fila enorme para entrar, depois tinha uma revista minuciosa sobre os nossos pertences e inclusive sobre nós, foi algo humilhante.
Não podíamos toca-lo, nossa conversa seria atrás de um vidro, já havia outras pessoas nas cabines do lado, muitas já choravam.
_ Vocês vieram. – falou ele. Parecia surpreso e muito feliz ao nos ver.
_ Não poderíamos deixar de vê-lo – falou nossa mãe.
_ Desculpa-me por fazer vocês passarem por isso. – pediu.
_ Chega de pedidos de desculpa pai, nem reclamamos de nada. – falou Dallas tentando melhorar o clima.
_ Mas deveriam. – falou com um sorriso de canto.
_ Você esta bem aí dentro? Estão lhe tratando bem? – perguntou minha mãe.
_ Não tenho do que reclamar, estou sendo tratado melhor do que mereço.
_ Não se crucifique assim pai. – falei, vi brotar um sorriso em sua face, provavelmente por ter escutado a palavra “pai” há tempos não o chamava assim, mas eu tinha o perdoado não é? Não havia problema algum voltar a chama-lo de pai.
 _ Mas e vocês, como estão? – perguntou ele.
_ O mesmo de sempre. Eu e Dallas trabalhando, as meninas estudando...
_ A Demi dando problemas... – comentou Dallas, minha mãe a olhou com cara feia, a repreendendo pela fala, eu fingi que não escutei nada, mas é claro que Patrick não deixaria passar.
_ O que esta acontecendo? – perguntou ele.
_ Tá de mal com o mundo. – falou Dallas.
_ Mas o Joe com certeza a fará ficar de bem. – falou ele.
_ Não me fale nesse nome. – falei, a conversa estava me irritando.
_ O que aconteceu? Brigaram? Ele fez algo de mal a você? – perguntou preocupado, achei fofo isso, parecia realmente um pai preocupado com a filha adolescente.
_ Ele me traiu. – falei.
_ Ele o que? – perguntou transtornado. Ele estava nervoso, mas por sorte, do Joe, claro, me pai não poderia fazer nada.
_ Ele contou a Paul dos problemas da Demi. – corrigiu-me Dianna.
_ E na quarta-feira ela irá para um clinica de tratamento. – complementou Dallas. Agora eu já sabia o dia em que eu iria de mala e cuia para minha prisão paga. Patrick parou e se acalmou, não pude entender sua expressão.
_ Desculpa-me por lhe fazer passar por isso. – tornou a crucificar-se.
_ Seremos dois presos. – falei, tentando de maneira inútil melhorar o clima ruim.
_ Seremos duas pessoas que receberam a oportunidade de refazer a vida. – corrigiu-me ele.
_ Eu acharia legal se mudássemos de assunto. – falei.
_ Concordo. – falou minha mãe.
                               (...)
Terça-feira, eu novamente faltei de aula, passei praticamente o dia arrumando as malas, na verdade tomando coragem para arruma-las, fiz tudo sozinha, mas isso não significa que eu queria ir, apenas que eu estava conformada de que não havia para onde fugir.  Joe que tinha parado de tentar fazer contanto novamente começou a mandar mensagens uma à trás da outra. Dentro da clinica eu não poderia levar nenhum eletrônico, e por um ato meio que impensado comecei a ler suas mensagens desde a primeira.
1º mensagem
Demi, eu sei que deve estar brava comigo, mas fale comigo, deixe-me explicar.
4º mensagem
Sei que não queres falar comigo, mas saiba que tudo o que eu fiz foi por te amar, nunca duvide de que foi por te amar.
6º mensagem
Demi eu não lhe peço nada, não lhe peço que volte para os meus braços com um sorriso enorme no rosto, aquele que eu tanto gosto, eu só te IMPLORO pelo seu perdão, sei que prometi e não cumpri, mas entenda meu lado, por favor, me perdoe. EU TE AMO!
15º mensagem
Demi pense um pouco, você quando ama que o melhor para o amado não é? Tudo o que eu fiz foi por te amar, pense no quão bem lhe fará ir para a clínica. Eu te amo.
22º mensagem (a ultima enviada)
Se eu pudesse voltar atrás ainda sim eu teria contato tudo, odeio estar assim com você, mas sei que lá ficarás bem, eu continuo te amando e sei que ainda continuarei por muito tempo, talvez para sempre, e é por te amar mais que a mim mesmo que eu quero lhe ver saudável e bem, mesmo que isso signifique a minha infelicidade por não te ter ao meu lado. Eu te amo!

Joe me amava, eu sabia disso e eu também o amo, mesmo com tudo isso eu ainda o tinha no meu coração, porem eu ainda me sentia enganada, ainda sentia como se ele tivesse me traído. Fui dormir com ele no pensamento, e com ele sonhei, nem sei se foi sonho ou lembrança do que éramos, estávamos juntos em um lugar lindo, parecia um jardim, tinha muitas flores, rosas a perfumar, estávamos juntos, abraçados, felizes, nos amando... Só aí vi o quanto os abraços dele, os beijos que ele me dava me faziam falta.
                                                                              (...)
Quarta-feira, 10 horas, já estava a me despedir de todos, sentiria saudades, dei um abraço forte em Dallas, na pequena Maddie, Denise, Kevin e Nick, Joe não veio se despedir isso me deixou triste, mas eu sabia que era por minha culpa, se eu não tivesse o ignorado ele estaria aqui agora, e eu estaria novamente em seus braços, o qual eu sentia falta. Paul e minha mãe me levariam até a clínica.
_ Vocês estão me obrigando a ir, ninguém pode me obrigar a fazer nada se eu não quiser você estará jogando dinheiro fora. – falei na tentativa de fazê-lo mudar de ideia, mas era como se eu estivesse tomando do meu veneno, do mesmo jeito que eu ignorei a todos durante todos esses dias, eles ignoraram-me.


O caminho até a clinica foi longo, chegamos já eram 19h35min, sim gastei 09h35minmin da minha vida para ir a um lugar na qual eu não queria. Chegando lá, minha mãe desmoronou, sabia que ela estava segurando o choro durante o dia, mas agora ela não escondia mais, estava triste, estava mal por deixar a filha naquele lugar, culpei-me mentalmente por fazê-la ficar naquele estado. Antes que Paul e minha mãe fosse embora fizeram um revista nas minhas coisas, para ver se encontravam coisas proibidas por eles, como diuréticos, laxantes, materiais cortantes, eletrônicos... Alguma duvida que aquele lugar era uma prisão?
Mesmo estado com raiva de Paul por estar me fazendo passar por aquilo, o abracei na despedida, apesar de tudo eu gostava dele, ele foi como um salvador para a nossa família no momento em que mais precisávamos, e ele era pai do Joe, a pessoas que mesmo fazendo esse monte de borrada, eu amava, e sentia falta. A despedida da minha mãe foi dramática, ela ainda chorava, eu acabei chorando junto, ela não me soltava, eu não queria que ela me soltasse, queria que ela desistisse de tudo e me mandasse entrar no carro de novo e fingiríamos que nada havia acontecido. Mas isso não aconteceu, ela teve que ir e eu tive que ficar.

A prova que aquilo não iria dar certo e que assim que entrei me levaram direto para o refeitório, cheguei bem na hora do jantar, a noite estava fria, e serviram uma sopa, parecia boa, mas eu não queria comer aquilo, queria ir para o meu quarto e dormir até o dia em que eles permitissem que eu saísse desse lugar.
O refeitório estava cheio, eu não tinha ideia de que tantas meninas passavam por isso, elas eram tão magras e frágeis, eu devia ser a mais gorda de lá, me orgulhei e me envergonhei por isso ao mesmo tempo.
Sentei-me a mesa do fundo, a menos cheia, havia apenas outra garota que comia vagarosamente.
_ Oi. – cumprimentou-me ela.
_ oi. – cumprimentei educadamente.
_ Nova aqui? – perguntou.
_ Sim, acabei de chegar. – respondi.
_ Prazer Laura. – apresentou-se
_ Prazer Demi. – apresentei-me
_ Acredite é melhor comer. – falou ao ver que eu não tocara no prato.
_ Por quê? Dão-nos chibatadas se não comermos? – perguntei, ela riu.
_ Não, mas lhe dá tempo extra com o psicólogo, o que é quase tão torturante. – respondeu de bom humor.
_ Se eu comer me diminui o tempo? – perguntei interessada.
_ Não, mas esse tempo extra pode gastar nas atividades que gostar. – respondeu. Fiz cara feia. _ Eu também odiei aqui no começo, mas acho que já me acostumei ainda não gosto, mas não é tão ruim assim. – falou.
_ Que tipos de atividades? – perguntei.
_ Bordado, pintura, musica, - alguma duvida que a palavra “musica” fez com que minhas impressões sobre o lugar melhorasse? _ nada que exige muito esforço físico, mas que ainda sim mantenha sua mente ocupada. – completou.
_ Já esta aqui há quanto tempo? – perguntei.
_ Dois meses. – respondeu. Arrepiei-me de pensar em ficar tanto tempo nesse presidio, ela riu de canto ao ver minha reação. _ Eu sei. Assustador. – falou.
                               (...)
Acordei no outro dia com a esperança de que talvez eu estivesse sonhando, que eu não nunca tivesse ido para aquela clinica, mas ao olhar em volta eu não estava no meu quarto, eu não estava na minha casa, tudo era verdade, eu estava naquela clinica.
No café da manha, um sanduiche natural e um suco de laranja. Obriguei-me com todas as minhas forças a comer, mas a luta mesmo foi deixar tudo dentro de mim, eu estava sentido mal, porem eu não podia fazer nada, depois das refeições éramos proibidas de chegar perto do banheiro, nos mandavam direto para as atividades ou para a consulta com psicólogo, não nos davam nem tempo para pensar em fazer algo.

Era a minha hora de ir para o psicólogo, cheguei à sala dele com cara emburrada, eu não iria falar nada, foi por me abrir demais que estava aqui agora, não iria repetir isso de novo.
_ Olá Demetria. – cumprimentou-me o psicólogo gentilmente.
_ Olá. – respondi.
_ Meu nome é Robert. –falou ele. Eu não disse nada. _ sente-se aqui. – falou apontando para a cadeira na frente de sua mesa. Sentei-me. _ Você não esta muito feliz por estar aqui, não é? – perguntou
_ E era para eu estar?
_ Talvez. – respondeu. _ Porque você não esta feliz em estar aqui? – perguntou.
_ Este não é o meu lugar, eu não sou como elas. – respondi.
_ O que te faz acreditar que não é como elas?
_ Elas são tão magras e eu não estou assim.
_ O que te faz acreditar que você não esta magra?
_ Eu... Não me vejo daquele jeito, eu me olho no espelho e eu sei que não estou louca, eu sei que não estou daquele jeito! – falei com desespero, as perguntas dele me deixaram confusa.
_ O que te faz acreditar que sua visão de si mesmo não esta distorcida? – perguntou ainda calmo, a calma dele junto as perguntas me irritava mais ainda.
_ Eu não estou louca.
_ Eu não disse isso. – falou ele. Ficamos em silencio. _ Vamos fazer uma coisa? – perguntou, mas nem me deixou responder, foi logo se levantando se sua cadeira e pegando uma folha grande, daquelas que se usa para forrar camas de hospitais e são descartáveis. Colocou um grande pedaço no chão pegou uma canetinha azul e me deu. _ faça um desenho do seu corpo, da maneira que você o vê no espelho. – pediu.
_ Eu não sei desenhar. – falei.
_ Não precisa ser bom, apenas precisa mostrar o que você vê. – falou. Levantei-me da cadeira e me ajoelhei no chão começando a contornar no papel, demorei um pouco, mas fiz como ele me havia pedido o esboço da gorda, na qual vos fala, no papel. _ Pois bem, agora deite no centro do papel, na mesma posição que fizestes o desenho. – pediu. Atendi seu pedido sem reclamar. Ele pegou outra canetinha, vermelha. _ com licença. – pediu e começou a contornar meu corpo no papel. _ Pronto. – falou depois de um tempo. _ Levante-se e veja o papel Demetria. – falou. Levantei-me devagar e virei-me para olhar o papel, o que vi me pegou de surpresa, o desenho na qual eu fiz, de azul, era bem maior do que o esboço que ele havia feito de mim, de vermelho.
_ Tem alguma coisa errada aí, eu... – falei desesperada, eu não me via daquele jeito, eu não estava doente, mas não tinha como ele ter me enganado, eu esta ali, eu vi ele me desenhando, a figura exata do meu corpo e eu desenhei com minhas próprias mãos, o que eu vejo. Eu não sabia o que dizer.
_ Esta tudo bem Demetria, sei que será difícil para você, mas estamos aqui para lhe ajudar.

                CONTINUA...

Oi gente, me desculpe, prometi que ia postar até ontem, esta ficando difícil de eu entrar no computador, estou na ultima semana de aula e nesses dias serão só provas. Porem hoje consegui postar, espero que tenham gostado, não garanto o próximo capitulo antes de sábado, mas prometo tentar.
Não se esqueçam de comentar/avaliar
bjssssss


Juh Lovato: Que bom que você achou bonito. Quem sabe depois dessa Demi comece a entender as razões do Joe né? Agradeço pelos comentários, estou adorando. bjssss

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Nossa , tudo muito complicado isso que a demi está passando ... e pior ainda é ver ela mal com o joe ...

    nossa, essa parte dela na clínica me fez pensar se foi por isso que a verdadeira demi passou , triste =( nem imagino como é numa reabilitação =/

    posssssta logooo linda =))) vc nem sabe como eu adoro a sua fic ^^

    bjsssssss

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