terça-feira, 18 de abril de 2017

Dupla Fatal: Feliz Aniversário Nanda Carol

Venho aqui para agradecer a Diana Pinto, pelo post que ele fez em minha homenagem para meu aniversário.
Muito obrigada Diana, você é uma autora que eu admiro muito, e que quero acompanhar por muito mais tempo.

Dupla Fatal: Feliz Aniversário Nanda Carol: Olá! Hoje (16/04) é o aniversário de uma pessoa especial para mim. Ela foi a primeira brasileira a comprar o meu livro "A Escola do ...

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sinopse: Secrets



Quatro jovens enfrentam seu drama pessoal enquanto fingem a vida perfeita em seu meio social. Mas os segredos que eles tanto lutam para esconder podem vir à tona a qualquer momento.  

Lucas

Rafael

Sara

Rebecca

domingo, 9 de abril de 2017

Apresentação de Nova História



Olá a todos, agradeço pela compreensão de vocês, e hoje estou voltando com o blogger.
Essa nova história foi indiretamente escolhido por vocês. Caso vocês não se lembrem, eu abri uma pesquisa para que vocês falassem qual gênero deveria ter a próxima história, eu tinha já a ideia para todos os gêneros, e queria saber quais vocês preferiam, e como podem ver, quem ganhou foi Drama.
Eu iria gostar de qualquer um que fosse o resultado, mais fiquei bem empolgada pelo fato dessa opção ter sido a ganhadora. Nessa semana postarei a sinopse e estarei fazendo as modificações no blogger, mas já posso dizer que o nome da história será “Secrets”.

Espero que vocês gostem.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Esclarecimento

Devido a problemas pessoais, não estou cumprindo com as datas aqui no Blogger. 
Assim que tudo estiver solucionado, retornarei com a nova história.
Agradeço a compreensão. 

domingo, 2 de abril de 2017

10. Lara (Parte Final) - Último Capítulo

Acordo.
Sei que não é a primeira que acordo desde a noite que fui arrancada de minha casa, mas tampouco lembro o que ocorreu das últimas vezes que eu acordei.
Sinto que estou voando, meus pés não tocam o chão e meu corpo parece leve, como se eu pesasse menos que uma pluma, meu cabelo voa, o que me faz pensar que estou caindo, mas sei que não estou, pois flutuo, como se eu estivesse em um taque cheio de água, para ser bem sincera, eu estou em um tanque, vejo uma parede de vidro, que me engloba 360 graus, como um tubo, porém eu respiro normalmente e minha visão está tão translucida quanto antes, então por que flutuo? E onde estou?
Um homem aparece em minha frente, ele observa atentamente, com um caderno na sua mão, ele não me toca. Se mantem todo o tempo apenas me olhando e anotando sabe-se lá o quê. O homem tem os cabelos dourados, que mais parecem serem fios de ouro, seus olhos são claros, verdes. Ele é bonito. Mas seu olhar me apavora.
Outro homem aparece atrás dele. Este é um pouco mais baixo, tem cabelo preto, e é bem magro.
_ Ela parece acordada. – diz o homem de cabelo preto.
_ Sim, ela está. Ela também já está pronta. – diz o homem que tem cabelos de ouro. Sua voz me soa familiar.
_ Isso é bom, a minha última pupila está pronta. – diz o homem, maravilhado. Eu sei que tudo que escuto parece um absurdo, até mesmo penso ser um sonho, afinal de contas, nada aqui parece ser vida real, talvez seja por isso que eu não consigo reagir.
_ É melhor chamar Eraqen, ainda não sabemos o que eles podem fazer. – eles? Isso está ficando mais louco do que o previsto, e quem é Eraqen? Que tipo de pai escolhe um nome desses? Ou melhor, como minha mente foi capaz de criar um nome desses? Afinal de contas, sonhos são feitos pelo seu subconsciente, ainda que você não saiba.
_ Está preparado para controla-los? – pergunta o mais baixo. O cabelo de ouro suspira, vejo o vapor que isso faz no tubo em que estou.
_ Sim, senhor.
_ Então, liberte-a. – diz o de cabelo preto. Fico feliz em saber que serei libertada, mesmo sabendo que só se trata de um sonho, ouvir esta palavra faz meu coração palpitar de alegria, mesmo sem eu saber o motivo.

Acordo novamente.
Agora estou deitada em uma cama, o que me deixa aliviada, pois tudo não se passava de um sonho. Porém, todo o sentimento de alivio se esvai de mim assim que percebo que não sei onde estou. A cama na qual me deito não é a minha cama, o quarto em que estou não é o meu quarto. Seria este mais um sonho, ou no fim tudo é real?
Levanto-me, tentando assimilar tudo o mais rápido possível, preciso saber onde eu estou e, principalmente, como sair daqui.
O quarto é pequeno e minimalista. Uma cama, um espelho do lado direito, preso na parede; uma mesa pequena e quadrada, com apenas duas cadeiras, do lado esquerdo, e claro, uma porta e uma janela. Vou até a janela e percebo que ela é fosca, o que me não me permite ver com detalhes o que há do lado de fora, porém vejo muito verde, o que me indica que estamos em um lugar rodeado por natureza, seria lindo, se eu não morasse no meio de uma cidade grande, em que o verde é raro.
Estar na natureza significa estar longe de casa, e estar longe de casa significa que terei dificuldades de voltar para ela.
Tento empurrar a janela com as mãos, mas ela não se move. O que, nesta altura, já deveria ser bem óbvio para mim.
Afasto-me um pouco da janela e dou uma breve olhada no espelho. Estou vestida com uma calça preta, que parece ser de moletom, e uma blusa de manga cumprida, branca, meias brancas calçam meus pés. Estas não são minhas roupas, eu nunca escolheria essas peças, mas pelo menos são confortáveis, não me atrapalharia caso eu precisasse correr. Estou com o cabelo amarrado, o que geralmente eu não gosto, então o desamarro, deixando-o cair em meus ombros.
Escuto um ruído atrás de mim, me viro e logo a frente da porta está o homem de cabelo de ouro, solto um grito, assustada, e me afasto, andando de costas, até bater com tudo na parede.
_ Não irei te machucar. – diz ele, e agora posso reconhecer sua voz, ele é o mesmo homem que invadiu minha casa. Sinto meu coração se acelerar como nunca. _ Poderia se sentar, por favor. – diz, gesticulando em direção à mesa.
_ Não. – tento responder. Minha voz sai fraca.  Ele não diz nada. Apenas ajeita sua postura, ficando mais ereto.
Eu não quero ir. Mas vou. Não porque tenho medo dele, nem porque quero obedece-lo, mas sim porque meu corpo me obriga a ir, é como se eu tivesse perdido o controle dos meus movimentos.
Sento-me, sinto meu corpo pesado, o me faz sentar de maneira encolhida, corcunda. Entretanto minha respiração fica mais calma e meu coração para de disparar, não entendo o motivo de o meu corpo estar fazendo isso, eu ainda estou sentindo medo, não há motivos para eu me acalmar. Será que eu estava desmaiando?
Espero que a escuridão chegue, mas ela não chega.  Eu não irei desmaiar.
A porta se abre e o outro homem, o de cabelo preto, entra.
Ele anda diretamente até onde estou, e se senta na cadeira a minha frente.
_ Liberte-a. – diz, olhando para o homem de cabelo de ouro. Não entendo o porquê de ele insistir em falar isso.
Não sei o que acontece neste momento, mas não sinto mais o peso me puxando para baixo, agora eu consigo me erguer e sentar-me menos deselegante. Meu coração volta a se acelerar, não tanto quando estava antes de eu me sentar, mas ainda assim, bate mais rápido do que o normal.
_ Olá Lara. – o homem de cabelo preto diz. Não respondo. _ Meu nome é Bartolomeu, e este. – diz olhando para o de cabelo de ouro. _ É o Dalton – ele parece esperar que eu diga algo, mas eu sigo muda. _ Eu sinto muito pela forma em que tudo vem acontecendo, mas foi necessário– ele diz sério. _ Você quer falar algo? – pergunta. Continuo sem dizer nada. O homem de cabelo preto, Bartolomeu, que até a pouco parecia bem animado, agora olha para o homem de cabelo de ouro, Dalton, como se eles estivessem se comunicando. Olho para Dalton e as palavras começam a jorrar da minha boca.

_Meu nome é Lara Sullivan, tenho 19 anos, e... – não entendo o porquê estas palavras vêm e minha mente, nem mesmo sei seu significado, mas eu sinto que devo dizê-las. _ sou uma Statera Ilegal.




Fim (?)

Antes de tudo, eu sei, nada parece fazer sentido, mas calma aí, você logo entenderá.
Vamos pensar, a história se chama "Antes de Ilegais", e se existe um antes, isso significa que existe um depois, não é? 
Basicamente é isso, toda esta história era apenas uma introdução para uma história maior ainda e em breve passarei mais informações a vocês sobre a continuação desta história.
No mais, quero agradecer a todos que acompanharam, espero que tenham gostado.
Muito obrigada por tudo

domingo, 26 de março de 2017

10. Lara (Parte 2)

Escuto um grito.
É minha mãe.
Mas que merda! Porque ela não ficou quieta em seu quarto?
Agora o barulho se intensifica, não são apenas alguns objetos caindo, mas sim coisas pesadas, gritos, não somente de minha mãe, mas também de meu pai, os cachorros da vizinhança começam a latir, claramente alarmados pela bagunça que esta acontecendo em minha casa. Torno a tentar abrir a porta, agora não mais me importo com a minha segurança, meus pais estão lá embaixo, lutando? Apanhando? Não sei, mas não posso abandona-los.  Se eles vão lutar ou apanhar, eu vou lutar ou apanhar junto.
Minha porta faz um barulho estanho e alto enquanto a forço para frente e para trás, bato na porta, grito, mas nada acontece, a porta não se abre, e o barulho do lado de fora só se intensifica.
Corro até a janela do meu quarto, do lado oposto a porta, ela também estava fechada, e trancada.
Mas o que?
Posso até tê-la fechado, pois estava uma noite fria, porém eu não havia a trancado.
Tento pegar algum livro em minha estante, que fica bem ao lado da janela, e tacar no vidro da janela, que nada mais faz do que soltar um barulho oco.
Tento novamente, mas nada muda. Corro, tentado encontrar algo mais pesado e firme, algo que realmente me ajude a quebrar a janela.
O barulho para. Porém eu ainda posso escutar o meu coração acelerado. Talvez tudo já tenha acabado e eu não precise pedir ajuda.
_ Mãe? – grito. _ Pai? – ainda não escuto nada. _ Mãe? – vou até a porta, e dou alguns murros. _ Pai? – continuo gritando, porque eles não me respondem?
Um soco vem do outro lado da porta. Tomo um susto e dou alguns passos para trás.
_ Mãe? – grito, porém sai um grito tremulo.
Não obtenho resposta.
Meu corpo inteiro treme.
_ Pai? – tento gritar, mas sai praticamente um sussurro.
Outro estrondo vem do outro lado da minha porta, e desta vez a porta sai voando em grandes e pequenos pedaços. Berro sem nem mesmo perceber e tento correr, sem nem mesmo ter para onde fugir.
 Na porta vejo uma figura alta, toda de preto, com mascara e luvas. A figura não se movimenta; se mantem parada, frente à porta, que agora não mais existe. Eu olho apavorada e fico paralisada, quero tentar correr novamente, talvez tenha uma possibilidade de fuga, não sei qual, mas mesmo se tivesse, sei que não vou descobrir, meus pés parecem pregados com prego no chão.
_ Olá Lara. – diz a figura, que agora sei que se trata de um homem. _ Chegou a hora. – diz, vindo em minha direção. Tento me afastar, mas não ando, ainda estou presa. Ele me agarra e eu apago.


Acordo.

domingo, 19 de março de 2017

10. Por Lara (Parte 1)





Olho para o relógio no canto direito da tela de meu notebook, já se passa da meia noite, meia noite e dez, para ser mais exata. Tento não me distrair com algum site na internet, mas quando me dou conta já é meia noite e dezesseis, me distrai novamente, e nem mesmo sei com o quê. Olho para o Word, e para as quatro linhas ali escritas. Eu tinha apenas algumas horas para terminar aquele texto de apresentação, minha ultima chance de entrar em alguma faculdade, já que todas as outras datas já haviam expirado.
“Meu nome é Lara Sullivan, tenho 19 anos, me formarei no fim desde mês e me candidato para uma vaga no curso de Biologia. Creio ser uma boa candidata para a vaga em sua faculdade, porque sou uma pessoa...”.
Uma pessoa...
Ótimo, sou uma pessoa.
Sou uma pessoa que não faz a mínima ideia do que escrever. Aquele e-mail seria lido pelo reitor da faculdade, e eu deveria estar tentando impressiona-lo, mostrar a ele minha paixão pela biologia, mostrar que sou uma boa garota, que entrar na sua faculdade seria um sonho realizado, e que ele me aceitar seria a decisão mais sábia a se tomar, porém, como falar isso?
Ou melhor, como escrever isso sem parecer clichê ou prepotente?
Sou péssima com explicações, posso até mesmo saber exatamente o que quero passar, mas não sei como dizer, sempre foi assim, talvez tenha puxado isso de meu pai, que sempre se complicou, e muito, quando precisava me ensinar qualquer coisa, se não fosse por minha mãe, talvez até hoje eu não soubesse amarrar meu tênis.
Meia noite e vinte e sete.
Suspiro.
Incrível como os minutos pareciam voar, me pressionando a escrever mais rápido. Eu só queria ter mais um dia, apenas mais 24 horas para tentar escrever algo descente, mas cá estou eu, com o prazo de nove horas, nada mais, nada menos.
Sei que meus pais esperam que eu consiga entrar em alguma faculdade este ano, eles não se importam em qual, só querem que eu entre. Tenho que agradecê-los por não serem tão exigentes, mas sinto que talvez consiga decepciona-los, mesmo eles tendo me pedido tão pouco.
“uma pessoa esforçada...” tento escrever algo mais, mas é isso, sou esforçada...
Deixo meu corpo afundar na cadeira, frustrada.
Olho para a foto, no porta-retratos que está ao lado do meu notebook. Aquela foto havia sido tirada há apenas dois anos atrás, no 27º aniversario de casamento dos meus pais, lá estávamos os três juntos, sorrindo para a foto. Meus pais já são um pouco velhos, não posso negar, meu pai é calvo e, apesar de negar, muitos dos seus dentes foram reimplantados. Minha mãe possui algumas rugas, porém se mantem sempre bem cuidada, nunca deixa passar o dia de pintar seu cabelo, que naturalmente é castanho, mas que ela pinta de vermelho.
Eu tenho a altura do meu pai, que é alguns centímetros mais alto do que minha mãe. Não me pareço muito com nenhum dos dois, sou uma mistura perfeita.
Sou muito branca, assim como meu pai, tenho cabelo bem preto, que não condiz com nenhum dos dois, mas creio ter puxado a meu avô materno, e sou muito magra, o me remete da minha mãe. Desde que aquela foto havia sido tirada, eu tinha ganhado alguns quilinhos, o que, para surpresa de alguns, é algo bom, já fui motivo de chacota por eu ser muito magra, meus peitos custaram para crescer e, bom, se eu comparar com minha amigas, eu não tenho tantas curvas ainda.
Naquela foto nós estávamos felizes, principalmente eu. Ali eu ainda não tinha nenhuma preocupação com o que seria. O mundo adulto, mesmo estando tão eminente, me parecia tão distante, e agora, que tudo o que eu julgava ser o futuro, batia em minha porta, eu estava desesperada.
“Meu nome é Lara Sullivan, tenho 19 anos, me formarei no fim desde mês e me candidato para uma vaga no curso de Biologia. Creio ser uma boa candidata para a vaga em sua faculdade, porque sou uma pessoa esforçada...”.  Seria esforçada a melhor palavra?
Entro no site de pesquisa e procuro por um sinônimo mais elegante... Usar palavras difíceis talvez fosse à solução para esconder minha clara dificuldade em escrever um texto aproveitável.
“sou dedicada?”
“sou empenhada?”
“sou corajosa?”
“tenho diligência?”
A quem eu estou tentando enganar? Eu nem mesmo sabia que existia esta palavra, diligência.
Uma da manhã.
“Meu nome é Lara Sullivan, tenho 19 anos, me formarei no fim desde mês e me candidato para uma vaga no curso de Biologia. Creio ser uma boa candidata para a vaga em sua faculdade, porque sou uma pessoa esforçada, que se dedica aos estudos...”. – começo a evoluir.
Pelo menos agora eu não minto, sempre me dediquei aos estudos, passar de ano sempre foi minha prioridade, não sei exatamente o porquê, talvez porque era a única coisa do qual eu poderia me gabar, ou porque isso significava algum presente especial no fim do ano, dado pelos meus pais, o que, muitas vezes, significava uma viagem durante as férias de verão.
“Meu nome é Lara Sullivan, tenho 19 anos, me formarei no fim desde mês e me candidato para uma vaga no curso de Biologia. Creio ser uma boa candidata para a vaga em sua faculdade, porque sou uma pessoa esforçada, que se dedica aos estudos, obtendo sempre notas acima da media, como se mostra em meu histórico escolar...”.

Escuto um barulho que parece vir do primeiro andar da casa. O barulho parece a de um objeto, não muito grande, caindo ao chão.
Estranho. – penso. Meus pais, numa hora dessas, já deveriam estar dormindo. Mas relevo, talvez seja o gato do vizinho que conseguiu invadir nossa casa mais uma vez.
Escuto mais um barulho, desta vez algo de vidro se quebra.
Aff! Este gato vai quebrar a casa inteira.
Levanto-me da minha escrivaninha e vou até a porta, não iria sair nada mais da minha cabeça naquele momento, então não faria mal tentar, pelo menos, salvar a casa.
Tento abrir a porta, mas ela esta trancada.
Mas como?
Eu nunca tranco minha porta, era uma regra aqui em casa, eu nem mesmo tinha a chave da porta, nem mesmo sei se meus pais sabiam onde ela estava, então, porque ela não abria? Está emperrada?
Tento forçar mais a maçaneta, mas não adianta.
Mais um barulho. Desta vez parece ser algo pesado, como um móvel caindo. Assusto-me. Será mesmo que era só um gato?
Sinto um arrepio em minha nuca só com a possibilidade. Paro de tentar abrir a porta, talvez, se for um ladrão, ele roubasse apenas o que está no primeiro andar, ficar quieta, poderia ser imprescindível neste momento.
Escuto um grito.
É minha mãe.



Continua

Estamos chegando no final (ou será o grande começo?) dessa história. Este capítulo já foi escrito há um bom tempo e por ser muito grande, será dividido em várias partes.
Espero que gostem.