domingo, 10 de novembro de 2013

2º Capítulo “Turn Up the Music” – Entre o Céu e o Inferno





Música Turn up the Music do Chris Brown, sugerida pela leitora Cristina

Convencer Rachel tinha sido fácil, mas isso de nada significava que meu problema tinha acabo. Meus pais.
_ Mas Joe você é apenas um gerente, desde quando gerente faz viagem de negocio? – perguntou meu pai. Agradeci a Deus por Rachel não ter feito a mesma pergunta antes, pois eu não fazia a menor ideia de como responder.
_ É... O meu patrão resolveu levar os gerentes também. – respondi. Claramente meu pai não se convenceu.
_ Seu patrão está muito bonzinho, não? – perguntou minha mãe.
_ Mãe, mas tu também? Vocês estão desconfiando de mim? Eu sempre fui um bom filho. – indaguei. Pelo menos sempre fingi ser um bom filho muito bem. Os dois se entreolharam.
_ Bom, filho, claro que não temos motivos pra desconfiar de você, é só que esta tão próximo do seu casamento, nós pensamos que você iria ficar... – disse minha mãe.
_ Tínhamos combinado de fazer a sua festa de despedida de solteiro. – falou meu. Minha garganta secou.
_ Não será necessário pai.
_ Que seja! Ligue-nos a todo o momento, quero saber como você esta. – disse minha mãe, vindo me abraçar. Era incrível, eu estava prestes a me casar, mas meus pais ainda agiam como se eu tivesse seis anos.  


Entrei em meu quarto e coloquei algumas peças de roupa na mala, quatro dias era pouco, não precisa de me preocupar com a quantidade, quatro blusas, duas calças e uma bermuda, quatro cuecas. Os eletrônicos eu guardaria depois.
Deitei-me em minha cama e comecei a viajar nos meus pensamentos.
A culpa de estar mentindo para meus pais e para Rachel e o excitamento por poder passar quatro dias em Las Vegas se fundiram com a intensão de torturar-me até que eu conseguisse dormir.


Domingo, acordei, como sempre, às sete da manhã. Tomei meu banho. Desci para a parte de baixo da minha casa, já pronto para ir viajar. Para disfarçar coloquei uma roupa normal de trabalho, se eu chegasse descontraído claramente meus pais começariam a desconfiar.

_ Joe você não irá sair antes de tomar café da manhã. – falou minha mãe. Virei-me para ela, sabendo que discutir era perda de tempo. Dei um sorriso desanimado e fui para a mesa de café.
Minha mãe sempre acorda às 5 da manhã e começa a preparar tudo para o café da manhã, tudo natural e feito por ela, assim como todas as mulheres casadas da cidade, assim como Rachel fará em breve...

Na mesa já estava meu irmão mais novo Noah, o grande mistério da família. Noah sempre foi silencioso e parado, isso desde pequeno.
Mesmo sendo filhos dos mesmos pais e mesmo que tenhamos sido criados da mesma maneira, Noah, Rick e eu, sempre fomos bem diferentes.
Rick, o mais velho, é o certinho, fontes asseguram que ele nunca passou perto de entrar no armário do zelador, já sua atual esposa é outra historia... Eu... Bom... Eu sou eu, não certinho como Rick, mas não chego a ser estranho como Noah. Ele ainda esta no fundamental, o último ano do fundamental, no próximo ano saberemos qual é o seu destino, a quem ele saiu mais, a mim ou a Rick, enquanto isso ele só será o estranho.
_ Noah! – repreendeu minha mãe, dando-lhe um tapa na mão. _ Você sabe muito bem que não pode começar a comer sem que seu pai esteja na mesa e sem antes agradecer a Deus. – falou. Essa era uma das regras fundamentais na minha família, e parece que Noah, mesmo já tendo 14 anos, não tinha entendi isso muito bem ainda.


Terminado o café da manhã, tive a autorização para enfim sair. Despedi-me dos meus pais e de Noah.

Eu já estava prestes a embarcar no avião e eu ainda debatia comigo mesmo se isso era o certo a se fazer.


_ Eaí Joe, daqui a duas horas nós estaremos pousando no paraíso. – disse Kevin do meu lado. Kevin é apenas dois anos mais velho que eu e não faz muito tempo que trabalha conosco na empresa, ainda sim nos demos bem de cara, nunca o vi em um relacionamento sério, mas muitos garantem que ele chegou a ficar noivo, porém desatou o noivado faltando poucos dias para o casamento, nunca o perguntei se essa história era verdadeira, por algum motivo, me parece que esse não seja seu assunto preferido.
Edgar é o mais velho do grupo, 35 anos, atualmente vive entre a empresa e academia, seus braços parecem cada vez maiores, o que é bem assustador, principalmente pela sua altura, deve ter quase dois metros de altura, e eu que sempre me achei bem grande com meus 1,76 não me sinto bem ao ter que olhar pra cima para falar com ele. Edgar tinha se casado cedo, mas se separou mais cedo ainda, não antes de ter uma filha com a ex-esposa, ele claramente a ama, mas vendo o quanto aquele homem tem aversão de compromissos novos e o quando ele reclama da ex-mulher que só lhe sabe pedir, às vezes me pergunto se, ter se casado e ter tido uma filha não seja o maior arrependimento de sua vida. Outra pergunta que eu nunca fiz, pelo mesmo motivo da anterior.
Já Nicholas é o Nicholas, mesma idade que eu, ele não se amarra a nada e a ninguém, não é mulherengo de aparecer cada dia com uma mulher, mas das poucas vezes que o vi junto a uma, nunca era a mesma anterior. Ele não parecia preocupado em formar uma família, ser livre, leve e solto, como ele sempre se auto intitula, parece lhe fazer bem.
_ Paraíso mesmo, o hotel que reservei tem casino no saguão e fica ao lado de uma casa de strippers. – anunciou Nicholas animado.
_ Nicholas, eu vou me casar. – relembrei-o.
_ Strippers, Joseph, não prostitutas. – falou ele.
_ Para mim dá no mesmo. – falei. Os três riram.
_ Pois tente fazer sexo com uma stripper e verás o quão igual é. – ironizou Kevin.
_ Não irei tentar fazer sexo com ninguém. – deixei claro. _ Ir para o casino, andar por Las Vagas tudo bem, mas casa de strippers? Não!
_ Pois eu acho que crescer em uma família de religiosos te deixa um pouco retardado. – riu Edgar.
_ Ser fiel não é ser retardado. – respondi.
_ Ver uma mulher dançando não é trair. – respondeu ele.
_ Se ela estiver com roupa. – respondi.
_ Ela não estará completamente nua. – intrometeu-se Nicholas.
_ Tampar o bico do peito não é estar vestida. – respondi a ele.
_ Pois para mim tudo que me impede de tocar a porta do paraíso é estar vestida. – falou Nicholas, todos riram, menos eu. _ Vamos fazer um combinado. – começou a dizer. _ Eu e você em uma jogada de poker, se eu ganhar, você irá à casa de strippers, se você ganhar, ninguém vai. – finalizou.
_ Nicholas. – reclamou Kevin.
_ Não me ponha nisso. – falou Edgar.
_ Eu topo. – falei. Eu teria uma vantagem sobre Nicholas, fora ele quem me ensinou a jogar, ele havia me passado todos os seus truques, eu sabia como bate-lo, por melhor que ele fosse, eu sabia suas artimanhas.
Pois que venha Las Vegas.

(...)

Sol forte, prédios gigantescos e com muitas luzes, muita gente. Nunca me senti tão roceiro como agora.

O hotel era uma maravilha, assim que entravamos víamos o casino, mesmo ainda sendo consideravelmente cedo, o casino já estava cheio, o barulho das maquinas, dos sorrisos, dos gritos de vitória...  Podiam-se ver os bem elegantes garçons de gravata borboleta, com taça recheadas de bebidas alcoólicas... Ficar naquele lugar seria minha prova de fogo.


_ Cada um terá seu quarto. – disse Nicholas voltando para o saguão e nos entregando os cartões magnéticos que abririam o quarto de cada um. _ Eles estão no mesmo andar, um do lado do outro, assim poderemos perturbar um ao outro com facilidade. – falou divertido. _ Guardem suas coisas e desçam para cá, vamos começar a partida de poker agora mesmo. – falou ele saindo na frente.
Nosso andar era o quinto, pode parecer baixo, considerando que o hotel tinha mais de 50 andares, mas olhando da vista da janela do meu quarto, o quinto andar era o suficiente para me dar uma bela visão da cidade, podia se ver lá em baixo a movimentação de pessoas e carros...
Deixei minha mala no chão mesmo, liguei para meus pais avisando que havia chegado e desci para o saguão novamente, Kevin já estava lá.
_ O que tanto olhas? – perguntei ao percebê-lo distraído olhando para dentro do casino.
_ Nada. – deu de ombros.
_ Pronto para a sua derrota? – perguntou Nicholas dando um tapa em minhas costas assim que chegou.
_ Pergunto o mesmo a você. – respondi.
_ Então vamos. – disse Edgar, chegando logo atrás.
Nicholas saiu na frente e foi recebido um homem engravato assim que chegou à entrada do casino.
_ Quero uma mesa para uma partida de poker particular. – falou Nicholas. De onde ele tinha tirado tanto dinheiro para bancar isso? Por acaso eu deveria me preocupar de chegar uma conta na minha casa depois do meu casamento?

O homem nos levou em direção da onde seria nossa partida. Atravessamos todo o casino até chegar o local, podemos ver que havia uma clara diferença entre as pessoas, algumas – principalmente os mais velhos – estavam bem vestidos e portavam em seus braços caros relógios, outros vestiam roupas completamente casuais, as mulheres – as que ficavam perto dos mais velhos – estavam bem vestidas, sempre jovens e sensuais, vestindo roupas que nunca se pode ver em uma mulher criada em Lewis, grandes decotes, apertado no corpo...

(...)

Uma coisa era certa, Nicholas tinha tirado o dia para me complicar o jogo. Tudo o que eu sabia de poker eu tinha aprendido com ele, seus truques, suas regras. Ele sempre foi um bom jogador, nunca me esquecerei do dia em que ele participou do campeonato estadual e venceu em segundo lugar, o campeão foi o cara que tinha ganhado um ano antes o campeonato nacional, ele era profissional da área, tinha renome, já Nicholas era um vendedor de carros, que jogava por simples hobby, ainda sim fez o carinha passar um aperto. Concluindo, eu não podia ter melhor professor que ele, seu nível era de jogador profissional.

Kevin e Edgar assistiam a partida atentamente, junto a outro homem que trabalha no cassino, que ficou responsável de ser o “juiz” da partida, observando se não estávamos roubando um do outro. 
_ Ainda há tempo para desistir Joseph. – alertou-me Nicholas. Em resposta apenas joguei minha carta, aquela era a minha jogada final, era uma boa jogada, não era a maior, mas era uma jogada destruidora. Nicholas olhou-me serio e hesitou em jogar sua carta. Se eu não o conhecesse eu teria começado a cantar vitória, mas Nicholas nunca demonstrava suas emoções quando jogava, seu maior ponto de destaque, apensar que todos os jogadores de poker são assim – em exceção a mim, que costumo me entregar de primeira. – Nicholas jogou sua carta.
Eu perdi.



Lá estava eu, calça jeans lavagem escura e uma camisa polo verde, olhando-me no espelho, procurando autocontrole. Daqui a alguns minutos eu estaria entrando em uma casa de strippers, rodeado por mulheres seminuas, fazendo sabe se lá o quê. Em cinco dias eu estaria na frente do altar, prometendo a Rachel em alto e bom som ser fiel. Tudo me deixava bem perturbado. Eu não era completamente santo, mas a minha “rebeldia” era apenas ter feito sexo com a minha namorada antes do casamento, nada mais.
Antes de sair liguei para meus pais e para Rachel. Eles estavam tão felizes e acreditavam mesmo que minha viagem era completamente profissional. O peso da culpa se acomodou em meus ombros.
Que merda eu tinha na cabeça quando resolvi aceitar essa loucura?


Musica alta, era tudo meio escuro, apesar de ter luzes de Led de várias cores, tornando toda a casa em uma pista de dança, o lugar estava bem cheio. Apesar de ser tudo bem espaçoso, trombei em quase que todo mundo.
Numa pequena elevação, - que não chegava a ser o segundo andar. – tinha algumas mesas e se podia sentar em confortáveis sofás brancos. Nós sentamos lá.
_ Aqui tem uma vista ótima para o palco em que tem algumas apresentações bem legais. – disse Nicholas rindo de lado. Fiquei bem preocupado com que ele queria dizer com “legais”. A todo lado se podia ver mulheres exuberantes com pouquíssima roupa se exibindo para os homens que como se estivessem totalmente hipnotizados lhes jogavam dinheiro, notas e mais notas, e quanto mais notas as mulheres recebiam mais sensuais elas dançavam.
_ Querem alguma bebida. – praticamente berrou o garçom chegando a nossa mesa.
_ Duas doses de vodka. – disse Kevin
_ Whisky. – disse Edgar.
_ Campari. – disse Nicholas.
_ Suco de laranja, por favor. – falei. Todos começaram a rir, até mesmo o garçom riu discretamente.
_ Outro Campari para ele, por favor. – disse Nicholas. O garçom escreveu em seu bloquinho e saiu para buscar nossos pedidos.
_ Nicholas, eu não bebo. – berrei, aquela musica alta ainda iria me deixar rouco.
_ Fica tranquilo, Campari é tipo um vinho. – deu de ombros. “Tipo um vinho” sei...
_ Não muda nada. – respondi.
_ Ah pare, você já teve ter tomado vinho naquela comunhão que vocês têm, como é mesmo? O da hóstia. – disse.  
_ Eu sou evangélico.
_ E?
_ Quem toma hóstia são os católicos. – esclareci.
_ Tudo a mesma coisa. – deu de ombros. Nicholas é agnóstico, nem crê nem descrê na existência de um Deus, nunca o vi entrar em uma igreja, a não ser para casamentos ou batizados que ele era convidado, mas ele nunca atreveu a dizer que Deus não existe.
Desisti de discutir aquele assunto, não é porque ele pediu que eu tenha que tomar, certo?
Errado.

O sol já tinha se posto do lado de fora, mas eu já nem estava me importando com isso. Um Campari, outro Campari, eu nem mesmo sentia minhas pernas mais.

Kevin já tinha saído a “caça”. Edgar apenas bebia e via as mulheres se exibir. Nicholas já tinha torrado sabe-se lá quantos dólares nas dançarinas de pole dance.
_ O senhor é o Joseph Jonas? – perguntou um cara que se vestia da mesma maneira que os garçons.
_ Sim.
_ Temos um horário reservado com você para um dança de stripper particular, já está pronto para ir? – perguntou.
_ Eu acho que é um engano, eu não pedi isso. – falei, ou pelo menos tentei, por mais bêbado que estivesse eu tinha consciência que aquilo eu não tinha feito, nem mesmo sabia que isso era possível.
_ Fora presente do senhor Nicholas Gatlin. – falou o homem. Claro que tinha que ser Nicholas. _ Eu vou lhe mostrar onde que é. – disse o homem. Ele não parecia muito disposto a receber ‘não’ como resposta. A contra gosto deixei Edgar bebendo sozinho e acompanhei o homem.

As cabines particulares ficavam no segundo andar, todos separados e fechados com portas pretas, dentro o piso era de carpete vermelho, tinha um sofá, iguais as do lado de fora, brancos e confortáveis, e na frente tinha um palco e nele tinha um mastro que ia até o teto para fazer-se pole dance. As paredes também eram vermelhas e as luzes agora eram mais claras, porem ainda sim o local era um pouco escuro. Já não se podia escutar o som das músicas do lado de fora, o único barulho era do ar condicionado que deixava o clima bem mais agradável do que do lado de fora – que estrava extremamente quente, principalmente se comparasse com o que é dentro desta sala. – entrei sem saber o que eu deveria fazer.
_ O show já irá começar. – disse o homem que me levou até lá, saindo logo em seguida fechando a porta.
Olhei em volta e nada aconteceu. Sentei-me no sofá tentando ficar confortável, mas eu podia sentir o nó na minha garganta, seja lá o que fosse acontecer ali dentro, eu tinha certeza que iria me colocar em uma complicada situação no dia do julgamento de Deus. Não que eu já não tivesse complicado a mim mesmo no dia que entre pela primeira vez no armário do zelador...
As luzes ficaram mais baixas do meu lado e outra se acendeu no palco, uma cortina vermelha – a qual eu não tinha reparado, já que tudo ali era vermelho, de menos o sofá e o mastro de pole dance. – logo apareceu uma mulher. Sutiã de renda preto, e calcinha no mesmo seguimento, meias de liga também preta, e um salto alto, em seu rosto um forte batom vermelho e uma mascara, cheia de lantejoulas e com algumas penas do lado, que só deixava de fora seus olhos e sua boca carnuda.
Aquela mulher tinha um corpo que eu nem podia imagina que existia. Seus peitos quase saltavam do apertado sutiã, uma bunda gigantesca e pernas carnudas. Não era nem mesmo necessário dançar para que ela me deixasse louco. Ela nem mesmo tinha feito nada eu já queria toca-la inteira, que me perdoe Rachel, mas essa mulher que estava em minha frente me fazia perder completamente a cabeça.
_ O show irá começar. – disse com uma voz sensual, vindo mais para frente. Ela tinha o poder sobre mim, e ela já sabia disso. Ela é sexy e ela sabe disso muito bem. _ Dj aumente o som...

CONTINUA


E como estão minhas queridas leitoras? Espero que bem. Como prometido, postei hoje, previsão do próximo capítulo é até na quarta que vem, pode ser antes, mas provavelmente é na quarta mesmo.
Aí gente eu estou tão feliz, eu vou à The Neon Lights tour!!! Dia 1 de maio de 2014 enfim conhecerei a Demi!!! E vocês? Também irão a algum dia?
Não se esqueçam de comentar/avaliar.
Bjssss


Kika: Concordo plenamente com você. Fico feliz que tenha gostado. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Tai: Uhuuu hahaha que bom que você gostou. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Carine Santana: hahaha Acho que todo mundo conhece uma Rachel na vida hahaha. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Anônimo: Fico feliz que tenha gostado. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Silvia: Fico feliz que tenha gostado. Pois eu não acho, sempre gosto das suas fics do começo ao fim. Muito obrigada por comentar. Bjsss
Estela: Fico feliz que estejas de volta ao blogger e agradeço a Diana por não lhe deixar desistir. Fico muito lisonjeada com seus elogios. Não fique achando que você escreve mal, isso até é um pouco normal, na hora em que eu escrevo um capítulo eu sempre acho ótimo, mas assim que paro para reler me arrependo completamente :\ E sobre pessoas comentando eu entendo tanto o seu lado quanto o lado do leitor, antes de eu começar a escrever eu nunca comentava, pois achava que não fazia diferença, só quando eu comecei a escrever que eu pude ver como um comentário pode fazer um escritor feliz. Pode deixar que eu lhe ajudarei no que você precisar. Sempre que eu conseguir, comentarei em sua fic e se quiser eu posso divulgar aqui para, quem sabe, você conseguir mais seguidores... Muito obrigada por comentar. Bjsss. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

1º Capítulo “Sogrão Caprichou” – Entre o Céu e o Inferno

 

Música Sogrão Caprichou do Luan Santana, sugerida pela leitora dddd

Quando se nasce na cidade de Lewis, no condado de Utah, assim como eu, você só pode ter certeza de uma coisa, o que você fizer durante o dia, será o assunto da cidade inteira durante o jantar e que, sem duvidas, você nascerá em uma família religiosa tradicionalista. A cidade é pequena, mal chega a seus 400 habitantes – quem olha de fora pensa que é uma cidade de interior, mas geograficamente falando, é apenas meia hora do centro da capital do estado, Salt Lake City – em Lewis todo mundo conhece todo mundo, e você provavelmente, por mais que odeie a cidade, irá morar aqui a vida inteira e também irá se casar com a filha ou filho do vizinho. Isso é quase como uma sina, algo que não se pode mudar.
Não seria o meu caso o diferente.

Domingo de noite, igreja, oração antes de dormir e comer, toda a quarta, meu pai e minha mãe sempre se sentavam no sofá, colocava a mim e meus irmãos sentados no chão, e minha mãe, sempre muito bem arrumada para a ocasião, cabelo castanho escovado, na altura dos ombros, pegava a bíblia em sua mão delicada, porém já cansada do trabalho ardo de casa, e nos lia versículos da palavra de Deus. Meu pai, sempre sério, sentava-se ao seu lado e no final sempre dava suas considerações finais.
No ensino médio estudamos no Lewis High School, todos já se conheciam, afinal de contas, todos ali estudávamos juntos desde o maternal, o que tornava as coisas bem mais fáceis em certo ponto. Você sabia desde pequeno em quem confiar e a quem odiar.
É também no ensino médio quando quebramos as regras. É como se diz, quando mais se prende, mas se quer voar.
O armário de zelador, nada aconchegante, nada romântico, mas lá é o lugar mais pecaminoso de toda a cidade, e eu não estou falando de alguns beijinhos ou abraços. Eu perdi minha virgindade ali, junto a Rachel.
Ah Rachel!
Sem duvidas a melhor “santinha” que eu poderia ter escolhido para me amarrar.
Rachel, filha mais nova do meu vizinho, ninguém mais ninguém menos que Jasper Black, o pastor da igreja local. Um ano mais nova que eu, loira, alta, magra, não tinha tantas curvas quando sua irmã, Lara, mas seus peitos, mesmo escondidos por aquele monte de roupas comportadas, faziam um volume de chamar atenção por onde passava.

Rachel e eu nos entravamos no armário do zelador desde que eu tinha 16, mas somente quando completei 18 assumi minha relação com ela frente a seu pai.
Aos 20 pedi sua mão em noivado e desde então passei 4 anos da minha vida enrolando a minha “puritana” noiva e sua família tradicionalista. Até que um dia não teve mais jeito, sendo filha do pastor, ela era o grande exemplo e se casar faz parte de toda essa história.

Fui criado acreditando que o casamento é um matrimonio sagrado e eterno, por isso tentei evitar esse compromisso o máximo possível.
Não que eu não ame a Rachel, ela definitivamente é a mulher da minha vida, foi minha primeira em tudo, inesquecível, uma ótima pessoa para se passar a vida, mas... Eu não me consigo ver vivendo a mesma vida que meu pai e minha mãe vivem, a missão de criar filhos da maneira correta, de passar a vida inteira no mesmo lugar, as mesmas regras, as mesmas pessoas... Ainda mais agora que consegui um ótimo trabalho na empresa de concessionaria na capital, a empresa é grande e meu cargo é na gerencia. O momento em que saio de casa e vou para o meu trabalho é o único em que eu realmente sinto que faço parte de um mundo.



_ JJ.- gritou Nicholas ao entrar no meu escritório. Nicholas é sem duvidas o meu grande amigo, conheci-o aqui onde trabalho, ele cresceu na capital em uma família super aberta, no inicio houve um claro choque, nós crescemos de maneira totalmente oposta, mas no final das contas serviu para uma bela troca de experiência.
_ Nicholas, você poderia ser menos escandaloso? – perguntei, nosso patrão Sr. Potter, que de muito me lembra do meu pastor e sogro James, odiava barulho e minha sala ficava bem ao lado da sua, Nicholas e sua constante animação nunca foi muito bem vinda, se Nicholas não fosse tão bom no que faz, sem duvidas não tinha durado uma semana nesta empresa.
_ Desculpe amigo, mas você também irá pirar quando eu lhe disser o que temos para você. – disse se aproximando da minha mesa. Hoje o dia estava tranquilo, o que, ao contrario do que parece, não é nada bom, culpe a crise econômica que parece nunca realmente passar, carros movimentam a economia, mas quando há crise é o primeiro item a ser cortado da lista dos consumidores. Concluindo, quando menos compradores, menos contratos para assinar, com isso grande parte do meu tempo naquele escritório era ócio. _ Preparado? – revirei os olhos.
_ Fale. – disse me preparando psicologicamente para a bomba.
_ Daqui a seis dias você vai se casar, temos que ter uma despedida de solteiro.
_ Nicholas... – tentei interrompe-lo, mas fui drasticamente ignorado.
_ Essa tal festa na sua casa será um porre, sem bebida? Sem mulheres com decotes até o umbigo? Isso não é uma despedida de solteiro é um velório sem defunto.
_ Tá, tá, o que você sugere então? – perguntei.
_ Preparado? – perguntou ele novamente, fiz que ‘sim’ com a cabeça, mesmo não estando. _ Que Joe Adam Jonas se prepare, pois eu, você, Edgar e Kevin, passaremos quatro dias em Las Vegas!
_ Não!
_ Sim!
_ Não.
_ Sim.
_ Nicholas, eu não posso.
_ Como assim JJ?
_ Las Vegas, cassinos, boates... Você acha que Rachel vai aceitar isso? Nunca!
_ Quem disse que a Rachel precisa saber?
_ Ela é minha noiva.
_ Mais um motivo para você não dizer a verdade. – disse ele, pegando a cadeira da frente da mesa, pondo ela do meu lado e se sentando nela. _ Um relacionamento não dura sendo verdadeiro, verdade machuca, mentira conforta. Você quer machuca-la com conforta-la?
_ A sua visão do que é um casamente me assusta. – falei. _ Honestidade sempre foi base de tudo.
_ Joe, pro seus pais você ainda é um virgem orgulhoso. – falou. Ele estava certo nessa parte. _ Mentir para os pais é mais errado do que mentir para a noiva. – falou.
_ Se você esta tentando me fazer sentir melhor esta fracassando.
_ A única coisa que eu estou tentando aqui é te levar para Vegas, nada mais que isso.
_ E o que eu falo para a Rachel?
_ Viajem de trabalho.
_ Não é minha missão fazer viagem de trabalho.
_ Agora é. – bateu em meu ombro. _ A passagem já esta comprada, sem reembolso. – disse se levantando da cadeira. _ Sairemos amanhã. – falou indo em direção à porta. _ Será a melhor despedida de solteiro de todos os tempos. – comemorou na porta e saiu.

Nicholas tinha razão, Las Vegas era um ótimo lugar a se ir e essa seria a minha única oportunidade de aproveitar o local, mas começar um casamento mentindo não era certo...


O dia passava lentamente. Dois contratos foram fechados, quadro xicaras de café para conseguir me manter acordado quando não tinha nada a se fazer, e alguns neurônios queimados enquanto eu tentava pensar em alguma desculpa a meus pais e a Rachel para me ausentar por quatro dias.

O telefone toca.

_ Sim.
_ Senhor Joseph, sua mulher esta na linha. – disse Magda. Magda é a recepcionista e secretaria da empresa, a coitada fica o dia inteiro passando telefone para os gerentes e outros funcionários por aqui. Apenas o Sr. Potter tem sua secretaria particular, Vivian. Já nós, seus pobres funcionários, somos obrigados a disputar o direito de ter a atenção de Magda.
_ Pode passar. – falei.
Mas o que Rachel quer agora?
_ Oi amor. – disse ela com voz sensual do outro lado da linha, sorri instantaneamente, a sua voz só podia significar uma coisa, ela estava sozinha em casa...
_ Oi minha linda, como você esta hoje? – perguntei.
_ Muito bem, muito melhor agora e tenho certeza que ficarei bem melhor depois. – não era necessário dizer mais nada para que eu ficasse excitado. Olhei para o relógio, meu horário de trabalho terminaria em vinte minutos, se eu corresse um pouco conseguiria desviar-me do transito infernal das grandes cidades e talvez conseguisse chegar mais rápido.
_ Onde esta seu pai? – perguntei.
_ Meus pais saíram hoje mais cedo para buscar uma tia minha em Nevada, ela vai vir mais cedo para ajudar nos preparativos finais do casamento, mas parece que por lá esta tendo um forte vendaval, aí você sabe, não é? Não querem se arriscar, virão amanhã. – finalizou.
_ Perfeito. – falei. Rachel não disse nada, mas eu pude escutar o seu sorrisinho de menina travessa do outro lado da linha.
_ Deixarei a porta dos fundos aberta para ti, não entre pela frente, tenho certeza que Dona Clara ficará a noite inteira me vigiando da janela. – falou. Dona Clara sem duvidas é a crente mais devota que você pode se quer imaginar, do tipo que chega uma hora e meia antes do culto começar na igreja. Porem o que tem de devota, tem de fofoqueira, observa tudo e a todos com olhos de gavião – o que é bem estranho já que ela sempre tem que pedir alguém para ler algo para ela, pois, de acordo com o que ela fala sua visão já esta ruim. – Se Dona Clara desconfiasse do que ocorre no armário do zelador...
_ Irei voando.
_Bom mesmo, eu estou morrendo de saudades.
_ Eu também, aguente só mais um pouquinho. Se cuide meu amor.
_ Se cuide meu amor. – desligamos. Olhei o relógio 15 minutos.

Saí do escritório desviando-me de todos como um toureiro desvia do touro.
A logica era simples, quanto mais rápido eu saísse dali menos engarrafamento eu pegaria e mais rápido eu chegaria à casa dos meus sogros.


Chegue pela rua de trás, longe da vista de Dona Clara.  Desliguei os faróis do carro. Quanto mais discreto melhor.
Quando saí do carro olhei bem para todas as direções, para ver se ninguém observava, vai saber quantas outras  ‘Dona Clara’ estavam alerta hoje.
Como prometido, a porta de trás estava aberta para mim. Entrei.
Aquela casa já era mais que conhecida para mim, cada enfeite, a maioria vinha dos seus antepassados...
A cozinha estava arrumada, e com as luzes apagadas, fui para a sala e lá o estado era o mesmo, tudo em seu devido lugar, mas totalmente no escuro. Percebi que Rachel tomou o cuidado de fechar todas as cortinas. Como eu disse, os olhos de Dona Clara eram olhos águia, não duvido nada que ela seria capaz de me ver ali, caso as cortinas estivessem abertas. Escutei um barulho vindo da parte de cima da casa, subi as escadas e lá no fim do corredor pude ver a luz acesa. A luz do quarto de Rachel.


Lá estava ela, de batom vermelho e uma camisola praticamente transparente, nem mesmo sei como ela conseguiu aquilo, em nenhuma loja de Lewis vendia artigos assim.

_ Como está o meu futuro marido? – perguntou, fazendo uma pose sensual ao se deitar na cama. Eu entrei mais em seu quarto, fechei a porta atrás de mim e tirei meu paletó, colocando-o no encosto da cadeira da sua escrivaninha.
_ Muito bem, adorando a visão que esta tendo. – respondi, me aproximando mais ainda de Rachel. Ela sorriu travessa.
_ Vem cá, nós só estamos começando. – falou ela. Atendi sem pensar duas vezes.

(...)

Mal tínhamos recuperado o folego e Rachel já queria passar para o segundo round.

_ Rachel. – chamei-a interrompendo-a. Ela estava sentada, com a coxa me rodeando a cintura. _ Eu preciso falar uma coisa antes. – falei. Ela parou e olhou-me atentamente. Esperando. _ Eu vou precisar fazer uma viagem, amanhã. – falei. Rachel continuou no mesmo lugar, mas pude ver pela sua expressão que ela não estava tão feliz com a notícia. _ É uma viagem de trabalho, não posso negar. – ela saiu do meu colo e se sentou do meu lado, ‘levantei-me’ e me recostei em meus cotovelos.
_ Nós vamos nos casar em seis dias! – lembrou-me alterando um pouco o tom da voz.
_ São quatro dias apenas, eu vou voltar um dia antes do nosso casamento, é o suficiente. – defendi-me.
_ Não, não é o suficiente, minha tia que chegará amanhã perguntará por você, e eu vou ter que falar que você viajou, isso vai ser humilhante, esses últimos dias tinham que ser apenas para nós, para ficarmos juntos, olhar se tudo está sendo feito da maneira certa. – indagou.
_ Oh meu amor. – falei, levantando-me mais e dando-lhe um beijo em seu ombro descoberto. _ Não fique brava comigo, você tem que entender que é meu trabalho, se você trabalhasse talvez tivesse que passar por isso também.
_ É mais não trabalho. Mulher que se presa fica em casa a espera do marido. – repetiu o que ela deve escutar desde que estava no útero da mãe. É assim que a tradição das famílias de Lewis pensa e é isso que terei que passar para os meus futuros filhos.
_ Mulher que se presa também não contradiz o marido, aceita as coisas como são, e você não esta fazendo isso. – aproveitei-me da situação. Rachel suspirou frustrada. Eu tinha vencido.
_ Um marido de respeito faz a mulher feliz e você não esta me fazendo. – disse ela, fazendo beicinho.
_ Ah não? – perguntei, posicionando-me a frente dela.
_ Não. – respondeu, mantendo o beicinho.
_ Pois vamos ver se você fica feliz agora. – disse, dando-lhe um beijo quente e a deitando na cama novamente. Assim que separamos os lábios, me posicionei entre suas pernas e fiquei de joelhos encima da cama. A visão daquela mulher deitada a minha frente me fez delirar. De uma coisa eu tenho certeza. Meu sogrão caprichou.
CONTINUA

Olá a todos, estou de volta com a nova fic, espero que tenham gostado desde primeiro capítulo. Provavelmente eu só postarei na quarta-feira e domingo, pois são os únicos dias em que eu tenho o dia inteiro para mim, pode ser que eu poste em outros dias também, já que eu estou aproveitando todos os tempinhos mais livres para escrever, mas garantido é só esses dois dias mesmo.
Agora eu estou em dia com as fics que eu leio, pela primeira vez neste ano, então eu vou poder comentar com mais frequência J Assim eu espero.
Não se esqueçam de comentar/avaliar

bjssss

domingo, 3 de novembro de 2013

Sinopse – Entre o Céu e o Inferno



Apesar de terem sidos criados em uma cidade pequena e  religiosa, Joe e Rachel nunca foram santos, ainda sim, sempre mantiveram a aparecia, principalmente frente a seus familiares.
Prestes a se casarem, Joe e os amigos vão comemorar sua despedida de solteiro em Las Vegas.
Lá Joe conhece o pecado e a sedução em forma de pessoa. Demetria.

A partir daí tudo muda, o casamento certo se torna incerto, e Joe batalha para se decidir entre o céu e o inferno.


Votei em "Heart Attack" da Demi Lovato na categoria Vídeo do Ano no YouT...

http://www.youtube.com/v/VtNBmny14Ro?version=3&autohide=1&feature=share&autoplay=1&autohide=1&attribution_tag=u2ZwUGUkdHsLB0is2vVWrw&showinfo=1

Aviso + Músicas + Resposta aos comentários


Olá, só vim aqui avisar que não é necessário mais comentar músicas, todos os pedidos já foram aceitos. Para minha surpresa eu recebi mais sugestões do que eu imaginei que receberia, ao todo serão 26 capítulos, o que não é uma tão mini fic assim, mas tudo bem.
Eu gostaria de saber se as pessoas leram as regras, porque alguns, que comentaram em anônimo, esqueceram-se de por o nome depois, se puderem se identificar aqui, eu agradeço.
Hoje mais tarde, ou amanhã eu postarei a sinopse e na quarta eu posto o primeiro capítulo.


Músicas:
Caso sua música não esteja aqui ou você queira tirar ou substituir avise agora, depois não posso mais voltar atrás. Lembrando que está na ordem de comentadas e não de capítulos.
1. Fly With Me - Jonas Brothers
2. Paradise - Coldplay
3. Enrique Iglesias - Heart Attack
4. NEVEN ft. Zie - Crazy for love
5. Vanessa Hudgens - Whatever Will Be.
6. Jennette Mccurdy - Stronger;
7. Eminem Ft Nate Dogg - Till I Collapse;
8. Avril Lavigne Ft Chad Kroeger - Let Me Go.
9. sograo capricho -Luan Santana
10. Tudo Mudou – Belo
11. 1+1 – Beyoncé
12. Sem ti - Anselmo Ralph
13. Curtição - Anselmo Ralph
14. Kiss Me - Ed Sheeran
15. Taylor Swift - You Belong With Me
16. Ed Sheeran - Give Me Love
17. Taylor Swift - Everything Has Changed
18. Projota – Chuva de novembro
19. the wanted - walks like rihanna;
20. Demi Lovato - Made in USA
21. Miley Cyrus - wrecking ball
22. Jonas Brothers - First Time
23. Turn up the music – chris brown
24. Heartless – the fray
25. 3000 miles – Emblem 3

Resposta aos comentários em: “45º CAPITULO “O verdadeiro amor” (Último Capítulo) – Aprendendo a Amar”


Kika: Fico muito feliz que tenhas gostado. Hahahah eu te entendo. Muito obrigada por ter comentado e sempre estar presente, prestigiando minha fic, espero que você goste da próxima também. BJsss
Diley don’t live a live: Awwwn isso me deixa tão feliz, eu sempre tento fazer o meu melhor e fico muito feliz por saber que você gosta tanto. Muito obrigada por me acompanhar. Bjss
Resposta aos comentários em: “Nova fic! Com a sua colaboração!” e “Regras para a mini fic”
Silvia e Diana: Que bom que gostaram da ideia, realmente acho legal ter essa aproximação com os leitores. Suas músicas foram aceitas J. Muito obrigada por participar. Bjsss.
Beatriz Carolina: Olá, eu também aceitei a música Fly with me que você sugeriu no primeiro comentário, tudo bem? Ou você quer apenas a Paradise? Muito obrigada por participar. Bjsss
Dddd: Musica aceita. Obrigada por participar. Bjsss
Anônimo: Leitor fantasma também pode participar sim hahaha, suas músicas foram aceitas, eu só pediria a você para colocar seu nome, para eu te identificar na hora do capítulo. Obrigada por participar. Bjsss
Nathália: Musica aceita. Obrigada por participar. Bjsss
Kika: Sugestões aceitas. Casal famoso e que não seja fictício só robsten e Demi com Alex, mas se a duvida surgiu com a regra numero 13, fique tranquila, no máximo que ia mudar é talvez ser nemi, mas vai ser jemi mesmo J Muito obrigada por participar. Bjsss
Thaah Lovatic: Música aceita. Tudo bem, olharei seu caso. Muito obrigada por participar. Bjssss
Anônimo: Músicas aceitas. Fico feliz que tenhas gostado da última fic, peço para que você se identifique, para que eu possa colocar seu nome no capítulo. Muito obrigada por participar. Bjsss
Érica: Músicas aceitas. Muito obrigada por participar. Bjsss

domingo, 27 de outubro de 2013

Regras para a mini fic



1.       A música pode ser em qualquer língua e artista, desde que seja de fácil acesso sua tradução, caso não seja em português.
2.       Não há limite de músicas por pessoa, mas temos que ter em mente que se trata de uma mini fic
3.       Vale musica de qualquer estilo, mas tente não colocar muitas músicas com conteúdo improprio, a fic não poderá ser inteiramente hot, tem que ter uma historia por trás.
4.       Não tem garantia que a fic será de romance e muito menos com final feliz, tudo depende das músicas colocadas.
5.       Todas as músicas comentadas serão postas na fic, desde que esteja seguindo todas as regras.
6.       Os capítulos não estarão na ordem das músicas comentadas, então caso você seja a primeira a comentar, mas o primeiro capítulo não for sua música, não desespere.
7.       Se for comentar em anônimo, coloque seu nome no final, pois eu colocarei créditos a quem escolheu a música no capítulo.
8.       Eu darei uma semana, contado a partir do momento em que eu postar essas regras, para começar a escrever a fic.
9.       Se antes de dar uma semana, já tiver 15 músicas, eu começarei a escrever a fic, já que já capítulo suficiente para uma mini fic
10.   Não precisa ser seguidor do blog para sugerir músicas.
11.   Vale lembrar que tudo depende da minha interpretação da música, pode ser que não seja da mesma maneira que vocês interpretam. Então já aviso, antes que se decepcionem.
12.   Se quiserem, juntos com as músicas, colocarem ideias, pode, mas isso não quer dizer que eu vá usar.
13.   A fic não será necessariamente Jemi, pode ser que na historia caiba outro casal, tudo depende das músicas.
14.   Eu avisarem quando não forem necessárias mais sugestões.
15.   Caso não tiver sugestões suficientes, eu cancelarei esta ideia. E não terei data para voltar a postar.
16.   Caso alguns de vocês sejam compositores e queiram um capítulo postado baseado nela, pode, porém eu preciso ter acesso à música.
17.   Caso a música seja de autoria própria, peço para que esteja registrada, já que eu não tenho como garantir que a música seja roubada por alguém mal intencionado.
18.   Os participantes não ganharão nenhum premio.
19.   Caso tenha mais de 15 músicas, eu ainda fazer a fic, minha intensão é fazer uma mini fic, mas nada impede de que se torne uma fic.
20.   As regras podem mudar sem aviso prévio.





(responderei os comentários, hoje mais tarde ou amanhã, em um próximo post) 

sábado, 26 de outubro de 2013

Nova fic! Com a sua colaboração!


Olá galera, eu venho aqui para falar sobre a nova, bom, na verdade sobre a nova mini-fic.
Eu já tenho ideia para a próxima fic e até mesmo tenho alguns capítulos já prontos, porém, por mais que eu pense, eu não consigo pensar em um nome para ela, e com isso eu não posso mudar o design do blog, nem mesmo começar a postar. Para não deixar vocês por muito tempo sem nada resolvi fazer uma “brincadeirinha” com a ajuda de vocês.
Vai ser o seguinte, no meu próximo post eu colocarei as regras, mas será basicamente assim:

Vocês escreverão nos comentários nomes de musicas, as musicas que vocês quiserem; do artista que vocês quiserem; a minha missão será escrever uma fic encima das músicas que você colocarem no comentário, cada música será um capítulo e minha missão será fazer com que as músicas se conectem para formar uma história completa. O que vocês acham? Aceitam participar?